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Apr 4, 2014

O Corinthians na música

Corinthians, Campeão do Centenário por Jamelão

Este samba é uma agradável homenagem ao Corinthians. Composto por Billy Blanco, foi gravado por Jamelão em 1955.

William Blanco Trindade, ou Billy Blanco, nasceu em Belém do Pará, em 1924. Estudou arquitetura em São Paulo e se consagrou como um dos grandes nomes da Bossa Nova, tendo composições imortalizadas por Linda Batista, Dolores Duran, Dick Farney, Inezita Barroso, Elizeth Cardoso e Tom Jobim.
José Bispo Clementino dos Santos, o Jamelão, nasceu no Rio de Janeiro, em 12 de maio de 1913 e faleceu em 14 de junho de 2008.

Jamelão tinha gênio forte e se consagrou pelo talento como sambista e grande intérprete da escola de samba Mangueira.
Com sua voz divina, ele deixa aqui registrado o samba de Billy Blanco.

Corinthians, Campeão do Centenário (1955)

(Billy Blanco)


Procurei uma rima pra Corinthians

Não encontrei, mas achei a solução

Soltei o Mosqueteiro no gramado

Pra ser chamado

Corinthians do Centenário!

Bi-campeão!

Peço ao Palmeiras

Que explique à Portuguesa

São Paulo e Juventus

Compreenderão com certeza

Corinthians era difícil de rimar

Eu tinha de arranjar a solução, então

 

Jan 18, 2013

Parceiros do barulho

Fifa abre guerra contra empresários

Entidade anuncia a intenção de criar um sistema informatizado, substituindo o trabalho dos agentes, que prometem ir à Justiça para barrar a iniciativa

JAMIL CHADE , CORRESPONDENTE / GENEBRA – O Estado de S.Paulo

GENEBRA – Os dias podem estar contados para uma categoria que, nas últimas décadas, enriqueceu vendendo e comprando jogadores de futebol. A Fifa abriu uma guerra contra os empresários de atletas e anunciou que está trabalhando para criar um sistema informatizado que, em um futuro próximo, pode fazer grande parte do trabalho desses agentes. Na Europa, empresários já alertaram que, se a Fifa decidir ir adiante com a ideia, eles irão à Justiça contra a entidade.

Levantamento feito pela Fifa revelou que em 2012 28% de todo o dinheiro movimentado nas 11,5 mil transferências de jogadores acabaram nas mãos dos empresários. O volume chega a R$ 1,1 bilhão na Europa. Só na Inglaterra, eles coletaram mais de R$ 240 milhões. O Manchester City, atual campeão inglês, admitiu que pagou mais de R$ 30 milhões a intermediários nos últimos dois anos.

O plano da Fifa é criar o GPX, sigla para designar o que ela chama de Sistema de Transferência Global de Jogadores, um serviço sigiloso de dados a que apenas os clubes teriam acesso. Nele, seriam colocadas várias informações sobre todos os jogadores do mundo. Assim, um clube poderia ficar sabendo quando termina o contrato de um atleta e qual é o valor da multa rescisória, entre outros detalhes.

Os clubes poderiam ainda usar o sistema para anunciar os jogadores que estão dispostos a vender e aqueles que gostariam de contratar. “Seria uma espécie de Ebay de jogadores”, explicou ao Estado um dos responsáveis pela elaboração do novo sistema, em referência a uma das maiores redes de comércio on-line do mundo.

Para a Fifa, o mecanismo vai “revolucionar” a forma pela qual jogadores são comprados e vendidos e, na prática, tornará o empresário um elemento secundário no futebol. “O sistema vai reduzir de forma drástica a dependência dos clubes de intermediários”, declarou a Fifa.

O anúncio da entidade, como era de se esperar, deu início a uma guerra. Empresários europeus já deixaram claro que não vão aceitar nem sequer que o sistema seja criado. Mel Stein, ex-representante do inglês Paul Gascoigne e hoje presidente da Associação de Empresários de Futebol, alertou que o sistema concebido pela Fifa “não tem como ser adotado” e, além disso, é ilegal.

“Os clubes são, em grande parte, administrados por pessoas que nem sempre são do meio do esporte”, comentou Stein, que representa 340 empresários. “Eles não conhecem o mercado dos jogadores. Quem conhece são os empresários.”

“Imagine todos os atores envolvidos em uma transferência. Isso inclui o técnico do clube que quer vender, aquele que quer comprar, o dono do clube, os representantes do jogador e outros”, apontou. “O que o empresário faz é trazer todas essas pessoas para a mesma mesa. Em muitos casos, a forma mais barata de fechar um acordo é por meio de um empresário.”

Segundo ele, os empresários europeus vão lutar com unhas e dentes contra o novo sistema. “Haverá uma ação legal se a Fifa decidir ir adiante com a ideia.”

REVOLUÇÃO
Em Zurique, a Fifa garante que o projeto não será abandonado e espera que comece a funcionar nos próximos meses. “O sistema vai revolucionar o sistema nacional e o internacional de transferências”, declarou Jacques Anouma, membro do Comitê Executivo da Fifa.

O que a entidade evita comentar é que o sistema de empresários foi oficializado pela própria Fifa há anos, criando a categoria de “agentes oficiais”. Para ser um representante credenciado, o empresário precisa passar por um exame escrito. Mas, entre os vários escândalos que atingiram a entidade nos últimos anos, um deles diz respeito ao comércio de resultados das provas, facilitando a vida daqueles que querem ser “representantes oficiais”. A Fifa deixou de licenciar agentes em 2001. Atualmente, eles são licenciados diretamente pelas federações nacionais.

(Estadão, http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,fifa-abre-guerra-contra-empresarios-,985729,0.htm, 18/01/2013)

 

 
Brasileiros minimizam decisão, mas pedem rigidez

Principais empresários do País não acreditam em extinção da profissão e valorizam trabalho com clubes e atletas

RAPHAEL RAMOS – O Estado de S.Paulo

A Associação Brasileira de Agentes de Futebol e os principais empresários do País minimizam a decisão da Fifa de lançar o Sistema de Transferência Global de Jogadores. A opinião é que o trabalho desses profissionais não corre risco de acabar.

“Se você quer comprar uma casa, procura um corretor. Se quer investir o seu dinheiro, procura um profissional do mercado. O mesmo acontece quando o clube quer um jogador. Isso não vai mudar”, diz o presidente da Associação Brasileira de Agentes de Futebol, Jorge Moraes.

Para ele, antes de tentar diminuir o papel do empresário, a Fifa deveria disciplinar o exercício da profissão. “O que a Fifa tem de fazer é penalizar quem não cumpre o seu estatuto. O problema é que o agente acaba levando a culpa de tudo. Existe uma série de coisas erradas no mundo da bola, mas só quem paga o pato é o agente”, critica.

Wagner Ribeiro, empresário que tem Neymar e Lucas na sua carteira de clientes, também dá de ombros para a investida da Fifa contra os agentes. Ele alega que o tête-à-tête é insubstituível. “Não vendo jogador por DVD. Vou aos clubes, converso com os presidentes, negocio. Não tem como um computador fazer o que eu faço”, diz.

Ribeiro, inclusive, acredita que o Sistema de Transferência Global de Jogadores da Fifa poderá ajudar os agentes. “Hoje em dia tem muito atravessador que se diz empresário. Se de fato for criado esse sistema on-line, basta você acessá-lo para conferir se a pessoa está dizendo a verdade ou não.”

Opinião semelhante tem Reinaldo Pitta. Ex-empresário de Ronaldo Fenômeno, atualmente ele trabalha, entre outros, com Emerson Sheik, Felipe (ex-Vasco) e Fabrício (São Paulo). “Agora surgiu a profissão pai/empresário de jogador. O garoto com 15 anos começa a se destacar e o pai já abandona o emprego porque acha que o filho vai se transformar num Neymar, mas depois não dá certo e a família passa fome. Esse tipo de coisa não pode continuar.”

Para José Fuentes, o Sistema de Transferência Global de Jogadores só beneficiaria os clubes, em detrimento dos atletas – entre os seus clientes estão Luis Fabiano e Juninho Pernambucano. “Quem tem interesse em tirar os agentes do meio são os clubes. Se o clube negocia direto com o jogador, é vantajoso para ele, mas se o atleta quiser fazer um bom negócio ele precisa ter um agente ao seu lado porque o clube só pensa no seu lado”, conta.

Ainda segundo Fuentes, são os clubes que incentivam a ação de atravessadores. “Eles continuam existindo e sobrevivem porque tem gente dentro dos clubes que trabalha com eles. Os próprios dirigentes pedem para fulano ou beltrano fazer algum tipo de serviço para eles.”

Transparência.

 O ex-goleiro Gilmar Rinaldi, que atualmente agencia as carreiras do meia Danilo e do lateral Fábio Santos, vê na decisão da Fifa de criar um mercado on-line de jogadores a oportunidade de a atividade dos empresários ficar mais transparente. Ele cita o exemplo do futebol italiano, onde é estipulado no contrato do jogador o valor da comissão repassada ao empresário.

“O que falta é um modelo mais transparente. O Sindicato dos Atletas, por exemplo, poderia criar um selo de certificação para os contratos e, assim, evitar problemas como acordos sem validade ou assinatura”, sugere.

Agente de Thiago Neves, Léo Rabello discorda de Rinaldi. Para ele, o valor da comissão é “uma questão de foro íntimo”. “Esse ranço que existe contra empresário de jogador de futebol é esquisito. Hoje, todo mundo tem empresário, o artista, o cantor e ninguém está preocupado quanto o empresário do Roberto Carlos ganha ou deixa de ganhar em um show.”

 

(Estadão, http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,brasileiros-minimizam-decisao-mas-pedem-rigidez-,985733,0.htm, 18/01/2013)

Jan 9, 2013

Tite é o número UM. O resto é lobby europeu

Tite é eleito 5° melhor técnico de clube no mundo pela IFFHS; Mourinho lidera lista

Das agências internacionais

O técnico do Corinthians, Tite, foi eleito nesta quarta-feira o quinto melhor técnico do mundo em 2012 pela IFFHS (Federação Internacional de História e Estatística do Futebol). Em eleição realizada com votos de jornalistas e especialistas em futebol, o brasileiro campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes teve 61 votos.

Tite ficou atrás de José Mourinho, do Real Madrid, que venceu pela quarta vez a eleição e teve 101 votos – o português já havia vencido o prêmio em 2004, 2005 e 2010. Em segundo, ficou o ex-técnico do Chelsea, o italiano Roberto Di Matteo, que teve 99 votos – ele foi o responsável por levar o Chelsea ao título da Liga dos Campeões de 2012.

 

Entre os 10 primeiros, também aparecem Diego Simeone, do Atlético de Madrid; Guardiola, ainda pelo trabalho no Barcelona; Jupp Heynckes, do Bayern de Munique; Alex Ferguson, do Manchester United; Jürgen Klopp, do Borussia Dortmund; Marcelo Bielsa, do Athletic Bilbao; e Roberto Mancini, do Manchester City.

Em 2011, mesmo com o título do campeonato brasileiro, Tite não apareceu na lista. O Brasil foi representado por Muricy Ramalho, que ficou em 6°, com 20 votos. O vencedor foi Pep Guardiola.

Com a quarta conquista, Mourinho ampliou a vantagem como maior vencedor do prêmio: apenas Alex Ferguson (1999 e 2008), Pep Guardiola (2009 e 2011), Carlos Bianchi (2000 e 2003), Ottmar Hitzfeld (1997 e 2001) e Marcelo Lippi (1996 e 1998) possuem dois prêmios da IFFHS.

VEJA OS 10 MELHORES TÉCNICOS DE CLUBE DO ANO ELEITOS PELA IFFHS

José Mourinho (Real Madrid) 101 votos
Roberto Di Matteo (Chelsea) 99 votos
Diego Simeone (Atlético de Madrid) 97 votos
Pep Guardiola (Barcelona) 82 votos
Tite (Corinthians) 61 votos
Jupp Heynckes (Bayern de Munique) 40 votos
Alex Ferguson (Manchester United) 27 votos
Jürgen Klopp (Borussia Dortmund) 15 votos
Marcelo Bielsa (Athletic Bilbao) 12 votos
Roberto Mancini (Manchester City) 11 votos

 

www.uol.com.br

Dec 5, 2012

Invasão de 1976

 
Invasão: 36 anos

Completa 36 anos  a histórica “invasão” corinthiana ao Rio de Janeiro, no jogo da semifinal do Brasileirão/76, entre o Timão e Flu. Segundo Celso Unzelte é, ainda, o jogo com maior público da história do Corinthians: 146.043 pagantes. É, também, uma das mais belas páginas de nosso esporte e da vida do Corinthians. O texto que segue é  comentário de Nelson Rodrigues, no jornal O GLOBO, sobre o ocorrido. E uma peça histórica, magnífica, orgulho pra todos: corinthianos, tricolores e outros mais.

NELSON E A INVASÃO CORINTIANA

Nelson Rodrigues

1-Uma coisa é certa: – não se improvisa uma vitória. Vocês entendem? Uma vitória tem que ser o lento trabalho das gerações. Até que, lá um dia, acontece a grande vitória. Ainda digo mais: – já estava escrito há seis mil anos, que em um certo domingo, de 1976, teríamos um empate. Sim, quarenta dias antes do Paraíso estava decidida a batalha entre o Fluminense e o Corinthians.

2-Ninguém sabia, ninguém desconfiava. O jogo começou na véspera, quando a Fiel explodiu na cidade. Durante toda a madrugada, os fanáticos do timão faziam uma festa no Leme, em Copacabana, Leblon, Ipanema. E as bandeiras do Corinthians ventavam em procela. Ali, chegavam os corinthianos, aos borbotões. Ônibus, aviação, carros particulares, táxis, a pé, a bicicleta.

3-A coisa era terrível. Nunca uma torcida invadiu outro estado, com tamanha euforia. Um turista que, por aqui passasse, havia de anotar no seu caderninho: –“O Rio é uma cidade ocupada”. Os corinthianos passavam a toda hora e em toda parte.

4-Dizem os idiotas da objetividade que torcida não ganha jogo. Pois ganha. Na véspera da partida, a Fiel estava fazendo força em favor do seu time. Durmo tarde e tive ocasião de testemunhar a vigília da Fiel. Um amigo me perguntou: – “E se o Corinthians perder?” O Fluminense era mais time. Portanto, estavam certos, e maravilhosamente certos os corinthianos, quando faziam um prévio carnaval. Esse carnaval não parou. De manhã, acordei num clima paulista. Nas ruas, as pessoas não entendiam e até se assustavam. Expliquei tudo a uma senhora, gorda e patusca. Expliquei-lhe que o Tricolor era no final do Brasileiro, o único carioca.

5-Não cabe aqui falar em técnico. O que influi e decidiu o jogo foi a torcida. A torcida empurrou o time para o empate.

6-A torcida não parou de incitar. Vocês percebem? Houve um momento em que me senti estrangeiro na doce terra carioca. Os corinthianos estavam tão certos de que ganhariam que apelaram para o já ganhou. Veio de São Paulo, a pé, um corinthiano. Eu imaginava que a antecipação do carnaval ia potencializar o Corinthians. O Fluminense jogou mal? Não, não jogou mal. Teve sorte? Para o gol, nem o Fluminense, nem o Corinthians. Onde o Corinthians teve sorte foi na cobrança dos pênaltis. A partir dos pênaltis, a competição passa a ser um cara e coroa. O Fluminense perdeu três, não, dois pênaltis, e o Corinthians não perdeu nenhum. Eis regulamento de rara estupidez. Tem que se descobrir uma outra solução. A mais simples, e mais certa, é fazer um novo jogo. Imaginem que beleza se os dois partissem para outro jogo.

7-Futebol é futebol e não tem nada de futebol quando a vitória se vai decidir no puro azar. Ouvi ontem uma pergunta: “O que vai fazer agora o Fluminense?” Realmente, meu time não pode parar. O nosso próximo objetivo é o tricampeonato carioca. Vejam vocês:

– empatamos uma partida e realmente um empate não derruba o Fluminense. Francisco Horta já está tratando do tricampeonato. Estivemos juntos um momento. Perguntei: – “E agora?” Disse – amanhã vou tomar as primeiras providências para o tricampeonato. Como eu, ele não estava deprimido. O bom guerreiro conhece tudo, menos a capitulação. Aprende-se com uma vitória, um empate, uma derrota. Só a ociosidade não ensina coisa nenhuma.

No seguinte jogo, vocês verão o Fluminense em seu máximo esplendor.

 

NELSON RODRIGUES era tricolor e publicou este texto no GLOBO em 6/12/76, no dia seguinte ao jogo Fluminense x Corinthians.

Nov 22, 2012

Mané Garrincha e Pelé.

“Pelé es un desvergonzado, se convirtió en estrella ahora”

“Pelé es un desvergonzado, se convirtió en estrella ahora

FL / Globovisión/EFE_
El futbolista brasileño Manoel Francisco dos Santos “Garrincha”, fallecido en 1983, reveló su resentimiento con Pelé y con sus amigos en una entrevista inédita que concedió un año y medio antes de morir a un periodista argentino y que fue publicada este mes por una revista.

Garrincha, que era poco amigo de hablar con la prensa, lo hizo en julio de 1981 con el argentino Carlos E. Bikic, con quien abordó asuntos como su pobreza, la lucha contra el alcoholismo, el abandono de los amigos, de Pelé, la relación con sus hijos y el deseo que tenía de ser técnico de fútbol.

El texto completo de la entrevista con el “Anjo das pernas tortas” (Ángel de las piernas torcidas), fue publicado por primera vez por la edición brasileña de la revista ESPN.

Según Bikic, el material sólo había sido publicado anteriormente de manera parcial en Japón.

Garrincha (1933-1983) fue campeón mundial en 1958 y 1962 con la selección brasileña en la que brillaban astros como Didi, Zagallo y Pelé, hacia quien no ocultó su amargura en la entrevista.

Al ser preguntado si el “rey” del fútbol lo visitaba, Garrincha respondió: “¡Que nada! Él (Pelé) es un desvergonzado, se convirtió en estrella ahora”, en alusión, según la revista, al romance que en esa época tenía su compañero con María das Graças Meneghel “Xuxa”, que comenzaba a brillar en la televisión brasileña.

Eterno ídolo del Botafogo, Garrincha contó que recibía ayuda financiera de Giulite Coutinho, que fue presidente de la Confederación Brasileña de Fútbol (CBF) entre 1980 y 1986.

“Quien paga mi casa es la CBF. Pero no es la CBF y sí Giulite Coutinho, que dijo que gusta mucho de mí y que la CBF me debe mucho y nunca hizo nada por mí. Cuando más necesité y cuando estuve enfermo, fue Coutinho quien me ayudó. Pero él no quiere propaganda ni nada de eso. Él quiere ser amigo de verdad”, manifestó.

Garrincha explicó que al terminar su carrera profesional muchas personas próximas desaparecieron de su entorno.

“De Garrincha todo el mundo gusta, quiero verlos gustar de Manoel dos Santos, prometer y dar. No es prometer y no dar, ¿entiende? Porque cuando yo estaba en auge, todo el mundo hablaba: ‘¿Qué necesita?, ¿Qué quiere?’ Pero ahora…”

Fallecido el 20 de enero de 1983 por complicaciones de una cirrosis, Garrincha aseguró en la entrevista que había dejado la bebida por recomendación médica.

“Siempre aparece alguien invitándome a una cerveza, pero yo les digo: ‘no, muchas gracias, pero no bebo, no puedo beber, está prohibido por el médico'”.

En la entrevista, Garrincha habló también de sus hijos (en total tuvo 14 no reconocidos) y citó con orgullo a Ulf Lindberg, fruto de una relación que tuvo en Suecia en 1959, durante una gira del Botafogo.

“Él juega fútbol, y es punta derecha (como el propio Garrincha)”, dijo, mostrando una foto del chico.

Garrincha y su hijo sueco nunca se conocieron, ya que Ulf Lindberg viajó a Brasil por primera vez cuando su padre ya había fallecido.

Al ser preguntado sobre su futuro, Garrincha respondió que le gustaría ser técnico de fútbol, pero subrayó que no aceptaría cualquier propuesta.

“Hay que ir para un buen equipo, que te dé apoyo, así, usted llega sólo para entrenar, el resto es por cuenta del club. Ahora, sacar de su bolsillo para dar dinero para que un jugador pueda volver a casa o para que compre unos zapatos para entrenar, así no sirve. Así no quiero”, manifestó.

El editor jefe de la revista ESPN, Gian Oddi, dijo a Efe que la entrevista llegó inicialmente a manos de un periodista de esa publicación y que se hicieron todas las comprobaciones necesarias para verificar su autenticidad.

“Analizamos las fotos recibidas con cuidado y, por fin, casi el día del cierre, recibimos el increíble audio de la entrevista. Allí no había más dudas, teníamos un tesoro en las manos”, explicó.

Globovision EFE
Nov 21, 2012

Não muda nada.

Mundial: Chelsea anuncia a contratação do técnico Rafael Benítez

TimãoNet:  

O Chelsea anunciou na tarde desta quarta-feira a contratação do treinador espanhol Rafael Benítez para comandar a equipe inglesa até o final da atual temporada. O anúncio foi feito no site oficial do time de Londres, no mesmo dia da demissão do italiano Roberto Di Matteo.

Assim, Benítez comandará o Chelsea no Mundial de Clubes do Japão e a equipe inglesa é uma possível adversária do Corinthians na final do torneio em dezembro.

O treinador espanhol já disputou duas vezes o Mundial. Em 2005, era o treinador do Liverpool e acabou derrotado pelo São Paulo por 1 a 0. Já em 2010, estava no comando da Inter de Milão na conquista do torneio na final contra o Mazembe, mas acabou demitido poucos dias depois.

Apesar da experiência do treinador em Mundiais, a torcida do Chelsea não demostrava muita empolgação com o nome do espanhol.

www.timaonet.com.br

Nov 21, 2012

Demitido.

Mal na Liga dos Campeões, Chelsea demite técnico Di Matteo

Pouco menos de um mês antes da disputa doMundial de Clubes, o Chelsea passa por uma crise interna. Nesta quarta-feira, a direção do clube inglês anunciou a demissão do técnico Roberto Di Matteo, campeão da Liga dos Campeões com o Blues na temporada passada.

A derrota por 3 a 0 para Juventus nesta terça-feira combinada com o grande risco de eliminação na Champions League são as principais razões para a queda do treinador italiano. Com sete pontos, o Chelsea ocupa a terceira colocação do grupo E, faltando apenas uma rodada para o fim da fase de grupos. Já no Campeonato Inglês, os Blues aparecem no terceiro lugar, com 24 pontos em 12 partidas.

Outro motivo que teria custado o cargo de Di Matteo é sua falta de comando internamente. No último fim de semana, após a derrota por 2 a 1 para o West Bromwich, ocorreu uma grande discussão no vestiário envolvendo o goleiro Petr Cech e o brasileiro David Luiz, fato que teria irritado Roman Abramich, dono do clube inglês.

 

AFP

Roberto Di Matteo não é mais técnico do Chelsea. Durante oito meses, o técnico conquistou dois títulos pelos Blues.

 

“As últimas exibições do time não foram suficientemente boas e o proprietário do clube (Roman Abramovich), em conjunto com a direção, sentiram que a mudança era necessária neste momento, para manter o clube na direção certa, na medida que se aproxima uma fase vital da temporada”, diz comunicado oficial, divulgado no site da equipe londrina.

Além da Liga dos Campeões de 2011/2012, Di Matteo venceu também a Copa da Inglaterra, durante os oito meses em que permaneceu a frente do clube. O técnico havia substituído no cargo o português André Villas Boas.

 Cobiçado por Chelsea e PSG, Mourinho deve se mudar para Londres

O substituto do treinador italiano pode ser José Mourinho, atual comandante do Real Madrid e antigo técnico dos Blues. Nos últimos dias, diversas especulações sobre uma possível ida do português ao Chelsea foram divulgadas pela imprensa europeia.

 

www.gazetaesportiva.net

Nov 19, 2012

Uma discussão importante.

Os problemas de uma política de esportes

 

19/11/2012
Autor:

Coluna Econômica

Há tempos o Ministério da Saúde firmou parceria com grandes hospitais privados, como o Sírio Libanês e o Albert Einstein para difundir seu conhecimento para polos hospitalares em todos os cantos do país.

O mesmo procedimento deveria ser adotado pelo Ministério dos Esportes com os grandes clubes esportivos, que se dedicaram ao desenvolvimento de atletas.

No Seminário “Gestão Esportiva”, do projeto Brasilianas, foi apresentado o “case” do Esporte Clube Pinheiro, de São Paulo.

O clube tem 113 anos, 38 mil associados num total de 136 mil pessoas, 2.900 atletas e um orçamento anual de R$ 132 milhões.

De 1960 a 2012 preparou atletas responsáveis por 10% das medalhas olímpiadas obtidas pelo Brasil, desde os pioneiros Manuel dos Santos (primeiro medalhista olímpico de natação), a João do Pulo, Douglas Vieira, Gustavo Borges, César Cielo e Rafael Silva.

Existem 130 diretores trabalhando voluntariamente na área de esportes amadores. Seu papel principal é o da formação de atletas potenciais com recursos do clube e das leis de incentivo.

Se o Pinheiros fosse um país, no último Panamericano teria sido o 9o colocado – o Brasil foi o 3o.

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Responsável pelos projetos de Lei de Incentivo ao Esporte do Clube, Suzana Pasternak constata haver muito recurso para preparar o país para as Olimpíadas, mas pouco conhecimento sobre o que fazer com ele.

Hoje em dia, há um conjunto de atletas levados a toda sorte de eventos, sem nenhuma forma de planejamento, diz ela. O atleta sai de casa, entra em estado de fadiga, com um treinamento intensivo sem orientação esportiva e psicológica, diz ela. Falta conhecimento dentro das próprias organizações esportivas.

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O foco do Pinheiros não é o atleta que aparece na mídia. Quando os atletas adquirem essa dimensão, o clube não rem condições de retê-lo. A importância do atleta campeão é no fomento à sua modalidade. Mas o foco de qualquer política olímpica tem que ser os jovens e, especialmente, as crianças com potencial.

Quando Cielo tornou-se superestrela, não cabia mais no bolso do clube. A opção era investir ou em um único atleta ou na base de 5 mil jovens preparados pelo clube.

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O grande problema das políticas públicas é a falta de técnicos especializados em gestão do esporte. Não adianta apenas faculdade de educação física, diz Suzana. Gestão de esporte é  muito mais que isso. Há a necessidade de suporte dos parceiros públicos para trabalho mais consistente.

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Mais crítico, o advogado Alberto Murray Neto tem denunciado sistematicamente o que considera gestão temerária de Carlos Arthur Nuzman à frente do COI (Comitê Olímpico Brasileiro).

Seu avô, Major Silvio de Magalhães Padilha, foi primeiro finalista olímpico da América do Sul em provas de atletismo nas Olimpíadas. Hoje em dia, ele dirige uma ONG com o nome do avô.

Major Silvio criou as bases do esporte em São Paulo, precedendo a União. Em 1939, criou a primeira Secretaria de Esportes do país.
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Alberto considera que não há política pública de esportes no Brasil. E que o Plano Emergencial de Medalhas para os Jogos Olímpicos de 2016 é uma farsa. “Só quem não entende nada de esportes pode acreditar que pode-se criar uma potência olímpica trabalhando 4 anos apenas”, diz ele.

 

A visão integrada

Segundo ele, uma política desportiva precisaria, de partida, envolver o Ministério da Educação, da Saúde e das Cidades, para poder massificar o esporte. 12% das escolas públicas têm espaços mal ajambrados chamados de de praças de esporte, com professores de educação física mal remunerados, diz ele. Nos Estados Unidos, o esporte é inteiramente calcado na escola e nas Universidades.

O modelo americano

Em Nova York foram criados centros desportivos em inúmeros bairros, dentro da estratégia de diminuição da criminalidade. No caso do Brasil, não existem nem leis permitindo o uso do espaço urbano para isso. No caso brasileiro,  Ministério dos Esportes, COI, Federações e Confederações atuam sem um papel definido. Não há um agente coordenador dos recursos e dos esforços. E os recursos maiores são aplicados apenas nos grandes atletas.

O gasto com as Olimpíadas

Nunca houve tanto recurso disponível, diz ele. No ciclo olímpico, que acabou em Londres, fora, R$ 550 milhões da Lei Piva, R$ 520 milhões de patrocínio de estatais, R$ 644 milhões do Ministério dos Esportes, R$ 433 milhões de renúncia fiscal. E os resultados foram pífios. Com R$ 2 bi a mais, o país conseguiu apenas 2 medalhas a mais. E os recursos não foram aplicados de forma transparente, diz ele.

Dinheiro que não chega ao atleta

Há uma enxurrada de dinheiro que não chega nem ao técnico nem ao atleta, diz ele. O único projeto que coloca dinheiro nas mãos de ambos é o de Paula e Ana Moser. E isso porque os recursos não passam por nenhuma federação. Nas federações e confederações não há governança, transparência, gestão eficiente, diz ele. Os dirigentes se perpetuam por décadas graças a estatutos que matam qualquer possibilidade de oposição.

Os novos estádios

Em Manaus, está sendo construído um estádio de R$ 1 bi, onde o dinheiro público é roubado a rodo, diz ele.  No Engenhão houve enorme superfaturamento e o estádio acabou entregue ao Botafogo por preço de banana. Os estádios para a Copa não têm viabilidade econômica. E os investimentos nas Olímpiadas, assim como no Panamericano, não vão deixar legado para os clubes e para as cidades.

O legado do Panamericano

É possível fazer as Olimpíadas sem megalomania e a Copa apenas melhorando um pouco os estádios para atender aos requisitos da FIFA, diz. É preciso fazer uma Copa que caiba no bolso do país. Em 1963 São Paulo sediou um Panamericano. Todos os eventos foram sediados no Pacaembu e nos clubes. Construiu-se o CRUSP para alojamento dos atletas. Deixou-se um legado para a cidade. No Panamericano do Rio, nada se aproveitou.

www.luisnassif.com.br

Nov 18, 2012

Treino de domingo

 

Diante do Inter, Tite quer manter nível apresentado contra o Coritiba

    1. Técnico Tite viu equipe não evoluir na projeção de alcançar 45 pontos e se livrar do rebaixamento para focar apenas no Mundial Foto: Antônio Carneiro / Futura Press

Sem pressão por vitória, Tite exige boa apresentação do Corinthians contra o Internacional
Foto: Antônio Carneiro / Futura Press


Perder nas últimas três rodadas, jura Tite, não preocupa tanto quanto jogar mal. Desempenho é uma das palavras favoritas do treinador, que gostou bastante da atuação do Corinthians na vitória por 5 a 1 sobre o Coritiba, no último final de semana. Contra o Internacional, neste domingo, em Porto Alegre, a exigência provavelmente será maior. De qualquer maneira, de olho no Mundial, o gaúcho espera que o time mantenha o padrão apresentado na goleada.

“Se vier um resultado negativo, mas tiver desempenho, isso te dá confiança. O que temos de fazer não é nem crescer, é manter o nível em relação à partida contra o Coritiba”, afirmou o técnico, que previu dificuldades no Sul.

“O Inter tem jogadores de qualidade na finalização, o (Leandro) Damião e o Forlán. No meio, um losango com um jogador muito criativo, o D’Alessandro. Talvez não tenha feito a campanha que todos esperavam, mas é um clássico. É difícil jogar no Beira-Rio”, disse Tite.

Após o confronto com o Internacional, o Corinthians terá pela frente Santos e São Paulo. A sequência é encarada como decisiva na preparação da equipe para o Mundial, cuja decisão será daqui a um mês.

“São três jogos de altíssimo nível, clássicos. Está todo o mundo querendo viajar para o Japão na segunda-feira, é claro que tem essa ansiedade, mas a gente tem que construir a preparação”, concluiu o treinador.

www.terra.com.br

Nov 8, 2012

Sim e Não.

À TV chinesa, Tite não descarta Zizao no Mundial da Fifa

TimãoNet  

– Tite, Zizao estará na lista do Mundial? – perguntou a repórter, esforçando-se para falar em português.
– Daqui a 19 dias eu te respondo…É um dos que podem ir, mas vamos aguardar, tem bastante treinamentos – despistou o treinador.
O diálogo aconteceu durante a entrevista coletiva do treinador na última terça-feira, quando uma repórter da China Central Television (CCTV), a TV estatal chinesa, fez três perguntas em sequência sobre o jogador.
A primeira, na verdade, foi em relação à adaptação do jogador. Tite, sempre atencioso, explicou que a tendência é que ele tenha bastante espaço durante o Paulistão.
– Tem de construir ao longo do tempo nos treinamentos uma adpatação maior. Por exemplo no Paulista do ano que vem, onde o nível de enfrentamento pode ser um pouco melhor. Há menos responsabilidade. Não só com o Zizao, como com os jovens da base, para terem mais tranquilidade e confiança para atuar. Seguramente, essa possibilidade será maior no ano que vem – explicou, citando os seus concorrentes:
– Hoje, concorrem na posição dele o Emerson e Jorge Henrique, dois campeões da Libertadores, o Martínez, da seleção argentina, o Romarinho, o Danilo que é campeão do mundo. A concorrência é grande, não é nem pelo fato de não estar bem, mas por terem outros em grande momento – esclareceu.
O técnico terá de entregar a lista dos 23 inscritos no Mundial de Clubes para a Fifa no próximo dia 26. As dúvidas, porém, são poucas e a chance de o chinês fazer parte da lista é quase nula

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