Feb 9, 2018
admin

MODELOS DE MERCADO X COBERTURA UNIVERSAL

Originalmente publicado em “O Estado de S. Paulo”, em 18/01/1993

Discute-se muito, no mundo inteiro, acerca do melhor sistema para assistência médica da população. Em alguns lugares tal atuação é considerada exatamente igual a qualquer outro bem ou serviço e se rege por leis estritas de mercado. Cremos que só em Hongcong sucede condição extrema, pois lá existe condição para atendimento médico de boa qualidade, mas quem pode paga e quem não pode se vira como pode, devendo nesse espaço do mundo cruzar um rio e procurar atenção gratuita, se bem que não primorosa, na China.

Em inúmeros lugares, porém, têm lugar noções de solidariedade que tornam eticamente repugnante o fato de ser a assistência condicionada unicamente à possibilidade de se efetuar gastos, diretamente ou por pré-pagamento e, no fim, estamos falando da mesma coisa. O princípio da dependência recíproca, de caráter social, para enfrentar riscos de que pessoas não são culpadas, difunde os custos por todos os que compartilham da mesma comunidade, fazendo média de despesas, ou seja, os que recebem mais da estrutura não precisam contribuir à altura, nem os que prescindem dela conseguem o direito de reclamar. Fica tudo no estilo seguro de vida, que torcemos para não usar, e no preço que se despende para viver perante segurança para todos.

Quando, no entanto, coexistem sistemas de mercado ao lado de um processo abrangente, e estamos falando do Brasil e do Sistema Único de Saúde (SUS), algumas perversões seguramente acontecem. Os proprietários dos seguro-saúde privados trabalham com bases atuariais e prazerosamente acolhem primordialmente os que não precisam dos planos ou vão motivar menos gastos. Adoram também empurrar os maiores encargos para a área pública e isso não é difícil. Basta ver o que os contratos normalmente fazem questão de não cobrir: quimioterapias de câncer, internações psiquiátricas e tratamentos de doenças infecciosas. Não é porque constituiam as afecções responsabilidades do Estado, como alguns insistem em mencionar, uma vez que a premissa não está escrita em lugar nenhum. Na verdade, são as providências mais custosas e encaradas como capazes de dar prejuízos, afigurando-se agradável receber prêmios todos os meses, com entusiasmo para pagar despesas ficando consideravelmente menor.

Qual a solução? Entidades médicas apelam para termos éticos e morais, frisando que as cooperativas estão mais bem situadas quanto ao atendimento a segurados por pré-pagamento do que as empresas comerciais, porque não visam lucro. Pode até ser verdade, porém também notamos que não visam perdas e fogem igualmente do custeio pertinente às enfermidades como as citadas acima, igualando-se então, sob esse aspecto, a quaisquer outras firmas de medicina de grupo. Não é por aí, portanto.

Entendemos que o conselheiro Antonio Roque Citadini, do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, formula solução que nos parece judiciosa. Conforme ele, cada vez que indivíduos vinculados a esses contratos adoecerem e utilizarem os préstimos do SUS, o Estado mandará contas coerentes às empresas envolvidas e, se não cumprirem, gerarão implicações judiciais.

Isso vai conduzir a encargos perante as esferas governamentais ou, por outro lado, estimulará determinados empresários quem se consideram bastante eficientes, a se equiparem a fim de acolher todas as doenças resultando que nem tudo despencará em setores públicos. Assim, não se concretizará injusta privatização do lucro e socialização do prejuízo.

Não obstante, por enquanto, consignamos conselho para clientes do seguro-saúde na qualidade de particular ou de empregador: é injustificável concordar com algo que, na vigência de necessidade, não vale; discutam bem antes e prefiram os seguros que garantem cobertura de verdade, nem que sejam mais caros. O duro é notar, naquela hora crucial, que vocês foram levados no bico, e isso não aparece nas faustosas propagandas.

Vicente Amato Neto e Jacyr Pasternak são médicos e professores universitários.

Feb 8, 2018
admin

SAÚDE E RENÚNCIA DE RECEITAS

incor

Nessa semana o Supremo Tribunal Federal decidiu que as empresas de seguro de saúde devem ressarcir o erário quando seus segurados fizerem uso dos serviços e equipamentos da rede pública.

Esta grande vitória foi fruto de longa luta, de quase 30 anos. Divulgo abaixo artigo originalmente publicado na Folha, em 1992, onde defendi essa posição ora consagrada.

Mesmo com grande pressões à época (por parte de donos de seguradoras e hospitais) sustentamos esta posição que finalmente foi vitoriosa.

SAÚDE E RENÚNCIA DE RECEITAS

Antonio Roque Citadini

Publicado na Folha de S.Paulo, 09-09-1992, p.3-2
Pelo nosso ordenamento constitucional, a saúde é um dever do Estado, sendo as ações e serviços a ela vinculados de grande importância para a sociedade. Assim, cabe ao poder público o controle das ações e serviços de saúde, tanto que agora o serviço público de saúde está integrado num sistema único de uma rede de ações e serviços, nos três níveis de governo.

Esse sistema único, criado pela lei federal nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, foi necessário para estabelecer um planejamento que poderá, sem ferir o próprio federalismo, disciplinar a ação dos Estados membros e municípios, tal é a relevância do tema.

Por outro lado, não é, evidentemente, vedada a participação da iniciativa privada no sistema único de saúde. Na prática, porém, o setor privado tem sido o responsável pela maior parte da assistência médica no Brasil. Isso é decorrência da progressiva deterioração da política de saúde pública no país, com a substancial perda de leitos oferecidos e a redução deliberada de recursos para o setor.

Como se não bastasse, para piorar a situação da saúde pública no Brasil, e também uma renúncia de receitas em nossa rede pública hospitalar. Isso porque muitos usuários de serviços gratuitos em hospitais públicos são beneficiários de seguros particulares, os quais, por sua vez, não ressarcem o Estado dos gastos ocorridos com a prestação oferecida.

Assim, necessário seria que o poder público dispusesse de instrumentos para cobrar o custo dos serviços de saúde prestados aos usuários beneficiários de seguros particulares.

Constitui certamente uma renúncia de receitas o fato de o Estado não ter como se ressarcir desses custos e, como estamos sob um regime de legalidade, não pode a administração pública se omitir dessa matéria, porque nem suas atividades e nem suas opções estão subordinadas ao arbítrio de seus dirigentes; ao contrário, são impostas pelo interesse geral, do qual o Estado tem a responsabilidade, já que o titular único do interesse público é o Estado, como síntese dos poderes públicos, sendo o administrador apenas o seu guardião.

Destarte, creio que o problema mais importante inicialmente é fixar com exatidão como o poder público poderia cobrar das companhias de seguro de saúde suas responsabilidades, visto que se cuida de saber quem pagará, em que medida e de que modo pagará.

ANTONIO ROQUE CITADINI é Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

 

Feb 6, 2018
admin

Gratidão pelo grande apoio

Amigos e amigas,

Gostaria de agradecer todos sócios corinthianos pelos votos de confiança e pela contribuição em nossa campanha. Foi uma jornada dura, cansativa e intensa, mas nada disso impediu que muitos de vocês fossem verdadeiros leões para levar adiante nossas ideias e compromissos. A bravura e o carinho demonstrados por vocês me deixam e extremamente grato e feliz.

Agora vamos juntos continuar torcendo por um Corinthians Mais Forte!

Jan 24, 2018
admin

O Corinthians deve assumir sua vocação e ser a força de vanguarda no desenvolvimento do futebol

O Corinthians peca em não cumprir o seu papel no desenvolvimento do futebol brasileiro. É vergonhoso que o Corinthians, imenso como é, não tenha opinião e não marque forte posição sobre assuntos de grande importância para o esporte.
Hoje, depois da mudança do também vergonhoso estatuto da CBF, o Corinthians tem peso menor que a federação do Acre. A diretoria não falou uma palavra em protesto.
Outras grandes e relevantes questões colocam nosso grande clube em posição absolutamente subserviente. Acabamos por ser explorados, sem que ninguém se levante contra esta exploração.
Não podemos renegar a nossa vocação -a de ser uma força de vanguarda no desenvolvimento do futebol. Nós temos tamanho, história e força para ser a real mudança que o esporte precisa ter.

Jan 23, 2018
admin

Eleições do Corinthians: veja dez propostas do candidato Antonio Roque Citadini

Do Globo Esporte

Os sócios do Corinthians elegerão no dia 3 de fevereiro o presidente do clube para os próximos três anos. Desde a última segunda-feira, o GloboEsporte.com apresenta as dez principais propostas de cada candidato.

Nesta terça-feira, é a vez de Antonio Roque Citadini, decano do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, conselheiro vitalício do Timão e vice-presidente do clube entre 2001 e 2004. Ele teve candidatura impugnada pelo Conselho Deliberativo do Corinthians, mas foi absolvido na segunda-feira pela Comissão Eleitoral do clube.

Os outros candidatos são Andrés Sanchez, Felipe Ezabela, Paulo Garcia e Romeu Tuma Júnior. Todos eles serão entrevistados na próxima semana pelo GloboEsporte.com, com transmissão ao vivo em vídeo.

Veja abaixo o que Citadini propõe:

Antonio Roque Citadini, candidato à presidência do Corinthians, é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (Foto: Divulgação/TCESP)

1 – Renegociar o contrato e as dívidas com a Odebrecht

– Os repasses realizados para o fundo que gere a Arena, nos atuais termos, criaram uma situação insustentável para o Corinthians. Nossa prioridade será equacionar este problema e renegociar o contrato, levando em consideração tudo o que foi construído errado, tudo o que deixou de ser feito e também aqueles itens que foram feitos a preço acima do esperado. O clube não pode continuar carregando este embaraço que nos arrasta para uma bola de neve de antecipações de receitas e ainda mais dívidas. Buscaremos, se necessário, uma solução jurídica, por meio da arbitragem prevista em contrato – ou mesmo por via da justiça comum.

2 – Criar nova política de gestão para a Arena

– Nossa Arena, apesar de moderna e atraente, é mal administrada e não traz as atrações e receitas previstas quando da sua construção. Criaremos um novo modelo de gestão para trazer investimento e receitas. A força e o tamanho da nossa torcida são triunfos que devem ser melhor aproveitados para o bem do nosso clube.

3 – Tornar todos jogadores da base 100% do Corinthians

– Não há lógica no sistema atual da base. Temos dois sérios problemas: o primeiro é que o clube não ganha dinheiro com as revelações, pois quando um jogador é vendido, se descobre que o Corinthians detém apenas uma pequena fatia dos atletas. O segundo problema é que a base não está servindo para revelar ídolos para o clube. É um desastre chancelado pelo estado de cumplicidade entre diretores e empresários. Não há outro caminho: o Corinthians tem história, tamanho e peso para ter uma base composta de jogadores que sejam 100% do clube.

4 – Recuperar o Parque São Jorge e aproveitar melhor os espaços do clube social

– Com o futebol realizando seus jogos na Arena e treinando no CT da Ayrton Senna, temos uma grande oportunidade de utilizar melhor o espaço da Fazendinha e criar ambientes para novas atividades para nossos associados, além de implementar ações de marketing que nos ajudem a gerar receitas para o clube. O clube social nunca esteve tão mal cuidado como está atualmente. Precisamos de uma mudança radial nesta área.

5 – Associado do clube social terá benefícios do Fiel Torcedor

– Atualmente, o associado do Corinthians não tem direito a compra de ingressos com os benefícios do nosso programa de Fiel Torcedor. Este desrespeito será resolvido nos primeiros dias de nossa gestão. Nosso associado entrará automaticamente numa categoria especial do programa de Fiel Torcedor e passará a ter prioridade na aquisição de ingressos.

6 – Mais democracia e participação da mulher

– Proporei ao Conselho que o cônjuge do associado titular que atenda às exigências estatutárias também tenha direito a voto. Essa medida beneficiará diretamente centenas de mulheres que são associadas do clube, mas que atualmente não podem votar. Precisamos fazer um grande esforço para aumentar a participação das mulheres nas decisões para o futuro do Corinthians.

7 – Implementação de taxa zero para atividades praticadas por sócios

– O sócio do clube que tiver em dia com seus pagamentos mensais terá direito a praticar as atividades esportivas do Parque São Jorge a custo zero.

8 – Reuniões transmitidas pela internet

– Um clube do tamanho do Corinthians deve servir de exemplo para o futebol brasileiro. A começar por suas práticas de transparência. Desde a primeira semana, transmitiremos pela internet as reuniões de diretoria. Nossos associados e nossa torcida poderão conferir semanalmente os principais problemas em pauta e as ações que serão tomadas para solucioná-los. Uma nova era exige novas práticas.

9 – Revitalizar o departamento de marketing

– O Corinthians é um dos maiores e melhores veículos publicitários do país. Com a torcida grande que possui, com sua história e a audiência que leva aos meios de comunicação, patrocinar o Corinthians é não apenas uma honra, como um ótimo negócio para o marketing de qualquer grande empresa. Porém, o que acontece atualmente é uma desmoralização e vulgarização completa de um dos nossos principais meios para obtenção de receitas. Além de um forte patrocínio da camisa, uma missão a ser cumprida pelo nosso novo departamento de marketing será buscar novos meios para obtenção de receitas que ajudem financiar nosso clube social e os esportes olímpicos, que hoje estão abandonados.

10 – Montar um grande time, forte em todas competições

– Ao resolver os grandes problemas do nosso clube, não podemos desviar sequer por um minuto o olhar da nossa grande locomotiva: nosso time principal de futebol. Aplicaremos as melhores práticas de gestão profissional a fim de montar e manter, a todo momento, um time competitivo e forte, que nos ajude a trazer títulos e conquistar ainda mais espaço nos corações de nossa torcida.

Jan 23, 2018
admin

Agradecimento aos corinthianos


Corinthianos e corinthianas,

Como vocês já sabem, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo determinou: sou candidato a presidência do Corinthians, em 3 de fevereiro próximo. E vamos, com seu apoio de sócio do clube, rumo à vitória.

Prevaleceu o entendimento de que tenho todos os direitos de concorrer ao cargo de presidente do maior clube do Brasil. Aliás, como já fiz em outras oportunidades, sendo ao cargo de presidente do clube, vice-presidente eleito do clube e presidente do CORI, sem nenhuma contestação da parte de ninguém. Muito menos da justiça.

Sofri eu e você, associado que me apoia, uma violência que visou tirar-me o direito sequer de disputar uma eleição democraticamente.

Mas o meu coração não guarda rancor nem mágoa. Não há lugar para estes sentimentos, embora tentassem tirar de mim a mais importante missão de minha vida: o de ser presidente do nosso amado clube. E não há lugar no meu coração para ressentimentos por uma razão simples: ele está repleto de agradecimento e gratidão pelo verdadeiro oceano de manifestações de apoio e solidariedade recebidos de corinthianos de São Paulo, do interior e de todo o Brasil. Inclusive de sócios de chapas concorrentes e dos próprios candidatos concorrentes. Sócios que não iriam votar em mim, e que agora mudaram sua escolha.

Dentro do clube, então nem se fale. Disse no vídeo anterior, que aliás, bombou na internet, que o tiro para me tirar da disputa, sairia pela culatra. Pois saiu mesmo.

Tenho 42 anos de associado. À exceção de um, os outros candidatos tem pouco mais do que isso de idade. Nunca recebi tantas manifestações de carinho e atenção. Como sou, portanto, o candidato que há mais tempo frequenta o clube posso afirmar: nosso momento é mágico! A chapa Corinthians Mais Forte, está exatamente assim: cada vez Mais Forte!

Aos meus dois vices, Osmar Stábile e Augusto Melo, os meus mais profundos agradecimentos. Mostraram-se mais que parceiros, mostraram-se leais irmãos, verdadeiros.

E meu abraço a todos os associados, indistintamente, que em um momento em que tentavam nos alijar do pleito, mantiveram-se a meu lado. Nosso já tradicional café da manhã aos sábados, viu dobrada praticamente a presença de sócios. As palavras de ordem e o hino do Corinthians cantado em uníssono por mulheres, homens, jovens, enfim, associados de todas as idades foi emocionante.

Obrigado associado corinthiano.

Se antes tinha um dever e um compromisso com você, agora isso se multiplicou.

E eu, aqui de público, dou minha palavra: eleito presidente do corinthians, com seu voto, serei o presidente que mais vai fazer pelo clube e pelo seu maior patrimônio -hoje eu sei: o
associado.

Jamais esquecerei a confiança e o apoio que vocês estão me oferecendo.

Nossa resposta será nas urnas.

Vamos à vitória. Muito obrigado.

Roque Citadini

Jan 18, 2018
admin

A Base deve ser apenas do Corinthians

Como bem observou o jornalista Ricardo Martins, do Esporte Interativo, o Corinthians tem dez títulos da Copa São Paulo e boas campanhas em diversos torneios com seu time de base e, mesmo assim, não vemos no time profissional muitos dos talentos que vão bem nos times jovens.

De fato, esse é um dos maiores problemas enfrentados pelo Corinthians nos últimos dez anos. E é resultado direto da fracassada política de “parceria” com empresários de jogador.

Esse tipo de prática gerou dois problemas: o primeiro é que o clube não ganha dinheiro, pois quando um jogador é vendido, se descobre que o Corinthians detém apenas uma pequena fatia dos atletas. O segundo problema é que a base não está servindo para revelar ídolos para o clube.

Não há lógica num sistema de base nesses termos. É um desastre chancelado pelo estado de cumplicidade entre diretores e empresários.

Não há outro caminho: o Corinthians tem história, tamanho e peso para ter uma base composta de jogadores que sejam 100% do clube.

Assista um trecho da nossa entrevista, em que falamos sobre isso.

Jan 17, 2018
admin

Comentário de Roque Citadini sobre a tentativa de impugnação

Ontem fomos surpreendidos por decisão, de forte viés político, que procura nos tirar das eleições do Corinthians.
Entretanto nós vamos, sim, disputar o pleito do próximo dia 3 de fevereiro.

Para tanto, nossos advogados estão tomando todas as medidas legais e um grupo de conselheiros está solicitando uma reunião extraordinária do nosso Conselho Deliberativo, que é o Órgão Soberano para ratificar nossa candidatura.

Sempre reuni todas condições estatutárias necessárias para ocupar todos os postos que já assumi no Corinthians. Porém, somente agora, quando estamos na frente das pesquisas de intenção de voto para a presidência – e quando temos a maior aderência dos diversos setores do clube – é que está sendo contestada a minha condição de Conselheiro no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

Assista abaixo o vídeo em que tratamos deste assunto.

Aproveito para agradecer a todos pelas manifestações de apoio e carinho. Seguimos firmes, em frente e rumo à vitória!

Jan 15, 2018
admin

Comunicado da Chapa Corinthians Mais Forte

A Chapa Corinthians Mais Forte, formada pelo candidato a Presidente Antonio Roque Citadini, e pelos candidatos a Vice-presidentes Osmar Stábile e Augusto Melo, repudia a decisão do Presidente do Conselho Deliberativo, Guilherme Strenger, após parecer da Comissão Eleitoral, por considerá-la equivocada.

O candidato Antonio Roque Citadini, como amplamente demonstrado em sua peça de defesa, preenche todos os requisitos estatutários e legais para ser candidato.

Além de não ter fundamento, a acusação deveria ter sido recusada porque a comissão eleitoral deveria se ater a analisar os requisitos pertinentes a candidatura, que estão prescritos apenas no Estatuto.

Cumpre destacar que o Excelentíssimo Desembargador Strenger foi o presidente da Comissão Eleitoral nas últimas eleições do Corinthians, em 2015. Naquela eleição, Citadini também foi candidato e, estando em situação estatutária e legal idêntica à deste pleito, nada lhe foi objetado.

A decisão de hoje também coloca sob suspeição a legitimidade do Doutor Strenger como Presidente do Conselho Deliberativo, uma vez que ela se baseia em decisão do Conselho Nacional de Justiça aplicada às eleições do Santa Cruz de 2009. Naquela oportunidade, foi determinado que um magistrado tampouco poderia ser Pesidente do Conselho Deliberativo.

Por todo o exposto, a Chapa Corinthians Mais Forte está determinada a que seja respeitado o seu direito e irá recorrer a todas as instâncias estatutárias e judiciais pertinentes para que a candidatura democraticamente apresentada, seja respeitada.

Finalmente, a Chapa Corinthians Mais Forte, ciente de que está à frente nas pesquisas, convoca suas chapas aliadas e seus eleitores a manter e aumentar a mobilização com vistas à eleição do dia 3 de fevereiro.

Dec 29, 2017
admin

Carta de apoio de Waldemar Pires

Além da nossa querida presidente Marlene Matheus, ficamos felizes e honrados em receber o apoio do presidente da Democracia Corinthiana, Waldemar Pires. Ele nos escreveu a carta que segue.

waldemar

Ilmo. Sr.

Dr. Antonio Roque Citadini

Caro amigo,

Venho oferecer o meu apoio integral na Campanha que se inicia para a presidência do Sport Club Corinthians Paulista.

Já tive a felicidade de participar de eleições passadas, também como candidato à presidência, nos anos de 1981 e 1983, sendo eleito até o ano de 1985. Nessa época foi criada a Democracia, movimento formado por jogadores profissionais com a participação da diretoria do Clube. Este movimento elevou o nome do nosso Corinthians não só no Brasil, como também em diversos outros países. Através de filmes, livros e crônicas a Democracia é celebrada até esta data como um importante acontecimento na história do futebol.

Quando terminamos nosso mandato, a diretoria providenciou o pagamento de todas as contas com fornecedores e de todos impostos, de forma que entregamos o Clube para nosso sucessor com o equivalente a 3 milhões de dólares em caixa, conforme auditoria e publicações de jornais da época.

Infelizmente, hoje a situação é bem diferente, e você deverá administrar uma dívida calculada em 1,6 bilhões de reais -impagável a curto prazo. Porém, tenho certeza que com sua eleição, sua experiência e -acima de tudo- sua honestidade, você e sua diretoria saberão solucionar este difícil quadro.

Roque, conte comigo!

Já não tenho mais a mesma força e disposição que tive no passado, mas, as que me restam, coloco a disposição para sua campanha.

Vamos vencer!

Do seu amigo,

Waldemar Pires 

Pages:1234567...182»