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Dec 10, 2012

Corinthians e a Nike

 

CORINTHIANS CONFIRMA ACORDO DE 10 ANOS COM A NIKE: ‘UM DOS MAIORES DO MUNDO’, DIZ GOBBI

 

 

 

Do Japão, aonde nos próximos dias participará doMundial de clubes, o Corinthians anunciou que assinou um novo contrato milionário para continuar tendo seus uniformes fornecidos pela Nike.

O vínculo agora se estende até 2022 com valores superiores aos R$ 15 milhões do acordo anterior. Segundo o blog do jornalista da ESPN Brasil Juca Kfouri no UOL, o Corinthians pode embolsar R$ 300 milhões pelos dez anos de contrato entre material esportivo, porcentagem de vendas de camisas e ações de marketing.

‘É o maior patrocínio do Brasil e um dos maiores do mundo’, disse o presidente Mario Gobbi, que acompanha o time no Japão. Ele não quis confirmar os valores.

O Corinthians recebe além da verba da Nike R$ 31 milhões de patrocínio da Caixa Econômica Federal, R$ 9 milhões da Fisk e outros R$ 2 milhões da Tim.

www.meutimao.com.br

 

Blog do Citadini:

 O Corinthians anunciou a renovação do contrato com a Nike  pelo período de 10 anos. A diretoria- como é natural- falou da alegria do clube em renovar com a maior empresa de material desportivo do mundo. O contrato – também como é natural – será o maior do Brasil. Recordo – com grande alegria- a luta que foi a chegada da Nike ao Corinthians há mais de 10 anos. Era vice de futebol e havia um grande movimento para a manutenção no clube ( especialmente na parte social) do contrato com a empresa  que lá estava. A Nike procurou o Corinthians  e disse que gostaria de apresentar sua proposta. Foi organizada uma Comissão de diretores para analisar as propostas  e decidir quem seria a contratada. Foi uma guerra . Todas as maiores empresas da área apresentaram proposta. Mas era voz corrente que venceria a empresa que estava há anos no Parque São Jorge e tinha grandes vínculos com várias áreas do clube. A Nike já era a maior do mundo e seu objetivo  era o Corinthians. Na última reunião dos diretores o voto do Departamento de Futebol decidiu a questão : o melhor para o clube era a Nike embora as proposta (todas boas) estivessem quase em situação de empate. Diretores da empresa adversária invadiram a reunião para protestar e dizer que eram os melhores. Foi uma discussão aberta e por todo lado. Só isso garantiu a vitória da Nike. Marcamos uma reunião com a direção da Nike para comunicar o resultado e discutir os   detalhes do contrato. Na séde da empresa , em  Alphaville, estavam os diretores da Nike do Brasil e da América Latina. Quando comunicamos aos gringos que eles haviam ganho a reação foi de surpresa e alegria. Tinham certeza que iriam perder a disputa. Mesmo sendo a Nike a super empresa que  era achavam que outras empresas tinham melhores contacto no clube e que a Nike que não conhecia ninguém no Timão.  Ligaram para a séde nos EUA e deram a noticia entre vivas e champanhe. Quase não acreditavam que chegavam ao clube mais importante do Brasil numa disputa limpa,  sem qualquer arranjo.Venceu porque era melhor para o Corinthians e -como dizia  o Departamento de futebol- era- também- melhor para o futuro. 

Dec 10, 2012

Mundial de Clubes 2012- Vai Corinthians

Duas máquinas, o mesmo objetivo

Duas máquinas, o mesmo objetivo

© AFP

O confronto entre os representantes sul-americanos e africanos pela semifinal da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2012 não opõe apenas dois campeões continentais. Vale também como o embate de dois times que possuem elencos bastante entrosados. Tanto o Corinthians como o Al-Ahly chegaram ao Japão com atletas que se conhecem há bastante tempo. Agora, eles colocarão sua coesão tática à prova.

O jogo
Al-Ahly x Corinthians, Estádio Toyota, quarta-feira, 12 de dezembro,19h30 (hora local)

Em cena
Depois de 12 anos, o Corinthians está de volta ao Mundial de Clubes da FIFA em busca de sua segunda conquista – algo que também significaria para a equipe alvinegra completar um ciclo perfeito nos últimos dois anos, somando-se aos títulos do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores da América. No torneio latino-americano, o Timão foi dominante, vencendo de modo invicto, sofrendo apenas quatro gols. O desafio agora é repetir esse tipo de desempenho contra rivais de outros continentes.

O primeiro obstáculo é o Al-Ahly, que derrotou o Sanfrecce Hiroshima por 2 a 1 pelas quartas de final, sendo observados de perto por membros da delegação corintiana no estádio. A equipe egípcia, que joga o torneio pela quarta vez, mostrou bom toque de bola no ataque, mas por vezes teve dificuldade para conter os japoneses do outro lado do campo. Na primeira partida do torneio, o time japonês havia derrotado o Auckland City por 1 a 0.

Dois jogadores que simbolizam a rara longevidade de ambos os elencos são Chicão e Mohamed Aboutrika. O ídolo egípcio iniciou sua trajetória pelos Diabos Vermelhos desde 2004, enquanto o zagueiro brasileiro defende o Corinthians desde 2008.

O número
8 – Contra o Sanfrecce, o Al-Ahly disputou sua oitava partida em uma Copa do Mundo de Clubes da FIFA, se isolando como o recordista do torneio. O time agora sairá do Japão com dez jogos no currículo, já que o triunfo na estreia lhe garantiu a disputa de mais dois jogos nesta edição, não importando o resultado desta semifinal.

O que eles disseram
“Eu não acredito que resultados anteriores determinem favoritismo. O que determina é a força da equipe, os 90 minutos da semifinal. A experiência da equipe pesa, a qualidade dos atletas pesa. Temos muita consciência disso. Sabemos da nossa força, mas não acredito em favoritismo. Acredito em capacidade dos atletas na preparação para o jogo.”
Tite, técnico do Corinthians

“Não tive muito tempo de estudar bem o Corinthians, mas aatuação de minha equipe contra o Sanfrecce foi muito boa e agora devemos nosconcentrar no time brasileiro.  Estamos em uma situação especial e estou certo de que todosos egípcios estão contentes com nosso primeiro resultado. Houve muitos sacrifíciosno povo egípcio.”
Hossam El Badry, técnico do Al-Ahly

 

www.fifa.com

Dec 10, 2012

Corinthians no Mundial de Clubes 2012

Fair play no DNA do Corinthians original

(FIFA.com)

Na próxima quarta-feira, o Corinthians iniciará sua campanha rumo ao bicampeonato mundial. O glamour e o espírito de competitividade característicos da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, entretanto, não poderiam estar mais distantes dos valores ligados ao nome do gigante paulista.

No início do século passado, após assistir a uma partida do Corinthian Football Club, equipe inglesa que excursionava pelo Brasil, um grupo de cinco operários de uma companhia ferroviária de São Paulo decidiu criar um time “do povo e para o povo”. Mas, apesar de o conjunto de Londres ter vencido todas as seis partidas de exibição daquela turnê, a escolha do nome para o novo clube foi inspirada em algo muito maior do que simplesmente as proezas esportivas do homenageado.

O que fazia do Corinthians original um time tão extraordinário não eram os resultados, mas sua maneira de praticar o esporte. Para seus fundadores e jogadores, os ideais do amadorismo, o cavalheirismo e o fair play eram muito mais relevantes do que a vitória. Ainda hoje, a expressão “Corinthian spirit” (“espírito coríntio”) é frequentemente usada em países anglófonos como sinônimo de espírito esportivo. Já o clube que encarnou esses valores acabou caindo no esquecimento.

Rejeição a pênaltis e a torneios profissionais
Tão caros eram os princípios morais para a filosofia esportiva do Corinthian que algumas de suas práticas hoje parecem cômicas e pertencentes a outra época. Se, por exemplo, seu adversário perdesse um jogador por lesão ou expulsão, a equipe imediata e voluntariamente tratava de tirar de campo um de seus homens para manter a justiça e o equilíbrio da partida. Ainda mais surpreendente era sua firme recusa em fazer gols de pênalti. Sempre que tinha uma cobrança a seu favor, o time simplesmente tocava a bola para o goleiro rival, convencido de que ninguém jamais tentaria obter uma vantagem desonesta derrubando deliberadamente um adversário. Pênaltis, na visão do Corinthian, não eram “dignos de cavalheiros”.

Tampouco existia a possibilidade de se discutir com o árbitro para um clube tão apegado a seu estrito código moral. Um dos fundadores do Corinthian, N. Lane Jackson, escreveu em sua autobiografia que um jogador de futebol deveria ser “capaz de controlar sua raiva, ter uma conduta atenciosa para com seus semelhantes, não obter vantagem indevida, sentir-se ofendido com qualquer suspeita de trapaça e manter-se imperturbável diante das decepções.”

A aversão de Jackson a toda e qualquer forma de desonestidade e sua dura disciplina eram comparáveis apenas à oposição que ele nutria pelo profissionalismo. Não à toa, o Corinthian inicialmente se recusou a aderir à principal liga inglesa da época e à Copa da Inglaterra. Apenas em 1923, mais de 40 anos depois de sua fundação, concordou em renunciar a seus tradicionais preceitos para enfim participar desta competição, ainda que fosse um torneio que não tivesse propósitos beneficentes.

Caso tivesse aceitado disputar as competições de elite do país, o clube provavelmente teria atropelado seus adversários. Prova disso foram duas vitórias arrasadoras obtidas contra grandes times da época: a goleada por 8 a 1 sobre o Blackburn, logo após a equipe do norte da Inglaterra ter conquistado a copa nacional em 1884, e os 10 a 3 sobre o Bury, que havia humilhado o Derby County por 6 a 0 na final do mesmo torneio em 1903. O primeiro grande sucesso, no entanto, veio em 1900, com o triunfo sobre o Aston Villa, então campeão inglês, no Sheriff of London Shield, competição disputada entre um clube amador e um profissional do país. Quatro anos depois, o Corinthian arrasou o Manchester United por 11 a 3, a pior derrota dos Diabos Vermelhos em toda sua história.

Inspiração internacional
Embora o Corinthian professasse o fair play acima do resultado, o espírito esportivo e a vitória acabavam caminhando juntos, inclusive desde o primeiro momento em que seu fundador desejou dar vida ao clube em 1882. À época secretário-adjunto na Federação Inglesa de Futebol, Jackson estava tão preocupado com os resultados da seleção que decidiu criar sua própria equipe.

“O Corinthian foi fundado sobretudo porque Jackson e alguns de seus contemporâneos estavam completamente desanimados com as atuações da Inglaterra contra a Escócia nos dez anos seguintes ao primeiro jogo internacional, em 1872″, explicou o historiador Dil Porter, da Universidade De Montfort, em documentário da rede de televisão britânica BBC. “A Escócia era absoluta nessas partidas, e Jackson achava que a razão estava no fato de a equipe ser formada majoritariamente por jogadores de um mesmo clube amador, o Queens Park. Ele imaginou que, se conseguisse reunir em um time os melhores jogadores de futebol amador da Inglaterra, para jogarem juntos de maneira mais frequente, eles teriam chances muito maiores de vencer os escoceses.”

Inglaterra de fato melhorou seu desempenho, e mais de cem jogadores do Corinthian foram convocados para defender as cores nacionais ao longo dos anos. Em uma partida em especial, fora de casa contra o País de Gales, em 1894, atletas do clube londrino formaram a seleção inteira e venceram por 5 a 1. A estreita relação do Corinthian com o selecionado inglês durou até 1937, quando Bernard Joy se tornou o último amador a vestir o uniforme do país.

Apenas dois anos depois, porém, o clube deixou de existir em seu formato original, ao se fundir com o Casuals para formar o Corinthian-Casuals Football Club. O resultado foi uma sequência de rebaixamentos e um consequente desaparecimento aos olhos do público. Hoje o Corinthian-Casuals compete na Isthmian League, campeonato regional que reúne equipes de Londres e do sudeste da Inglaterra. E ainda que o clube tenha se mantido fiel ao amadorismo, costumes como perder pênaltis de propósito e “expulsar” os próprios jogadores foram há muito tempo abandonados.

Ele pode não ser mais tão apegado a princípios como foi um dia e dificilmente estará frente a frente com seu herdeiro brasileiro disputando um grande título num futuro próximo. Ainda assim, o Corinthian continua sendo o exemplo máximo de valores caríssimos a milhares de amantes do mundo da bola.

January 1923: The amateur football players of non-league team the London Corinthians in training at Crystal Palace
www.fifa.com
Dec 10, 2012

Rádio Ópera- programação- segunda- 10/12/12

Segunda

www.radioopera.com.br

MIREILLE (Gounod) Horário: 06:20
Toulouse, 11-21/11/1979. Maestro: Michel Plasson.
Elenco: Mirella Freni, Alain Vanzo, Jane Rhodes, José van Dam, Christine Barbaux, Gabriel Bacquier, Michèle Command, Marc Vento, Jean-Jacques Cubaynes.
ATLANTIDA (De Falla) Horário: 08:55
Valença, Outubro/1992. Maestro: Edmon Colomer.
Elenco: Teresa Berganza, Maria Bayo, Simón Estés.
DONA FRANCISQUITA (Vives) Horário: 10:20
Sevilha, fevereiro/1994. Maestro: Miguel Roa.
Elenco: Plácido Domingo, Ainhoa Arteta, Linda Mirabal, Enrique R. Del Portal, Carlos Chausson, Carlos Álvarez.
TOSCA (Puccini) Horário: 12:05
Roma, julho/1957. Maestro: Erich Leinsdorf.
Elenco: Zinka Milanov, Jussi Bjorling, Leonard Warren, Leonardo Monreale, Fernando Corena, Mario Carlin, Nestore Catalani, Vincenzo Preziosa, Giovanni Bianchini.
LA VIDA BREVE (De Falla) Horário: 14:00
Granada, dezembro/1997.  Maestro: Josep Pons.
Elenco: Inmaculada Egido, Antonio Ordoñez, Mabel Perelstein, Enrique Baquerizo, Víctor Torres, Mariola Cantarero, Octavio Arévalo, Luis Heredia Fernández, Ricardo Gozalbes, Cristina Faus, Miguel Ochando.
GUGLIELMO TELL (ROSSINI) Horário: 15:10
Florença, Maio/1972. Maestro: Riccardo Muti.
Elenco: Norman Mittelmann, Nicolai Gedda, Eva Marton, Agostino Ferrin, Mario Rinaudo
LOHENGRIN (Wagner) Horário: 19:00
Viena, 1962/1963. Maestro: Rudolf Kempe.
Elenco: Jess Thomas, Elisabeth Grummer, Christa Ludwing, Dietrich Fischer-Dieskau, Gottlob Frick, Otto Wiener.
Dec 9, 2012

O Corinthians está chegando

Aboutrika leva Al-Ahly a duelo com Corinthians

Aboutrika leva Al-Ahly a duelo com Corinthians

© FIFA.com

Aos 34 anos, o ídolo Mohamed Aboutrika começou a Copa do Mundo de Clubes da FIFA Japão 2012 no banco, entrando apenas devido a uma contusão do capitão Hossam Ghaly. Mas foi o suficiente. Ele aproveitou a oportunidade para contribuir mais uma vez pela equipe, marcando o gol da vitória por 2 a 1 sobre o Sanfrecce Hiroshima, pelas quartas de final do torneio.

O campeão africano agora tem encontro marcado com o Corinthians: os dois se enfrentam na quarta-feira, no mesmo Estádio Toyota que acolheu o jogo deste domingo, debaixo de neve.

O Al-Ahly controlou a partida nos primeiros 20 minutos de cada tempo, tomando conta da bola no campo do adversário, jogando com seus atletas bastante adiantados. Esse povoamento foi fundamental para que o time marcasse o primeiro gol do jogo, aos 15, e seu segundo, aos 57.

Primeiro, Ahmed Fathi fez grande jogada pela direita, avançou com velocidade pela lateral, tocou para Abdalla Said e recebeu rapidamente na frente. Com tranquilidade, ele ergueu a cabeça e tocou nos pés de Elsayed Hamdi, que bateu de primeira. Depois, Fathi fez a assistência para Aboutrika, numa bola alta que o defensor Kazuhiko Chiba não alcançou. O veterano Aboutrika fez a proteção e partiu com tudo para marcar.

Foi seu quarto gol na história da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, empatando agora com Lionel Messi e o atacante brasileiro Denílson, que anotou quatro de uma só vez na edição de 2009 pelo Pohang Steelers.

O Al-Ahly, porém, nas duas vezes em que esteve na frente no placar, acabou por recuar seus atletas, mas sem mostrar a mesma eficiência na defsa. O Sanfrecce Hiroshima teve diversas oportunidades, mas só conseguiu um gol aos 32 minutos, com seu artilheiro Hisato Sato, que ainda desperdiçaria uma grande chance na segunda etapa.

 

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Dec 9, 2012

Rádio Ópera- programação-domingo-09/1212

Domingo

www.radioopera.com.br

MARIA DE RUDENZ (Donizetti) Horário: 08:10
Londres, setembro/1997.  Maestro: David Parry.
Elenco: Nelly Miricioiu, Regina Nathan, Robert McFarland, Bruce Ford, Matthew Hargreaves, Nigel Douglas.
LES TROYENS (Berlioz) Horário: 10:40
Londres, dezembro/2000. Maestro: Colin Davis.
Elenco:  Ben Heppner, Peter Mattei, Tigran Martirossian, Stephen Milling, Isabelle Cals, Petra Lang, Michelle DeYoung, Sara Mingardo, Toby Spence, Alan Ewing, Guang Yang, Kenneth Tarver, Bülent Bezdüz, Marc Stone, Leigh Melrose, Andrew Greenan, Roderick Earle, Orlin Annastassov, Petra Lang, Alan Ewing, Peter Mattei, Leigh Melrose.
ATTILA (Verdi) Horário: 14:35
Londres, 1972. Maestro: Lamberto Gardelli.
Elenco: József Gregor,  Lajos Konya, Éva Marton, Ferenc Szilágyi, Janos Nagy, József Bódy.
JUPYRA (Braga) Horário: 16:20
São Paulo, outubro/2001.  Maestro: John Neschling.
Elenco: Eliane Coelho, Rosana Lamosa, Mario Carrara, Phillip Joll.
PARSIFAL (Wagner) Horário: 18:00
Roma, 1950. Maestro: Vittorio Gui.
Elenco: Rolando Panerai, Dmitri Lopatto, Boris Christoff, Africo Baldelli, Giuseppe Modesti, Maria Callas, Miti Truccato Pace, Silvana Tenti, Aldo Bertocci, Mario Frosini, Lina Pagliughi, Renata Broilo, Anna Maria Canali, Liliana Rossi, Miti Truccato Pace, Aldo Bertocci.
Dec 8, 2012

Mundial de clubes -2012

Informado, Tite ainda segue de olho em adversários

(Gazeta Press) Sábado 8 de dezembro de 2012
Informado, Tite ainda segue de olho em adversários

© AFP

A comissão técnica do Corinthians vem observando e avaliando seus possíveis adversários na Copa do Mundo de Clubes da FIFA Japão 2012 há bastante tempo. O último capítulo dessa fase de estudos está marcado para este domingo, quando eles poderão assistir ao confronto entre o campeão japonês Sanfrecce Hiroshima e o campeão africano Al Ahly. Sairá daí o adversário para sua estrei na competição na quarta-feira.

“O acompanhamento já vem sendo feito. Conhecemos as qualidades, as características. E, claro, vamos ver o próximo jogo”, afirmou o treinador, que já havia previsto o triunfo da equipe japonesa sobre o Auckland City FC, da Nova Zelândia – eles venceram por 1 a 0, na quinta-feira passada.

O duelo entre o time local e os egípcios do Al Ahly está marcado para o mesmo Toyota Stadium em que o Timão atuará na próxima semana. A cidade de Toyota fica ao lado de Nagoya, na qual os corintianoso se preparam para a estreia.

Terminado o treinamento do Corinthians no domingo, Tite vai ao estádio assistir in loco à definição de seu adversário. O treinador estará acompanhado de outros membros de sua comissão e de alguns atletas, cuja presença na partida é opcional.

Desta vez, o comandante gaúcho preferiu não arriscar um palpite ou apontar um rival com o qual o estilo do Timão se encaixaria melhor. “Não existe preferência. Existe a preocupação com a nossa preparação. Estamos nos preparando para enfrentar qualquer equipe”, afirmou.

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Dec 8, 2012

Rádio Ópera- programação- sábado- 08/12/12

Sábado

www.radioopera.com.br

TRISTÃO E ISOLDA (“TRISTAN UND ISOLDE”) (Wagner) Horário: 08:00 Londres, 10-22/6/1952. Maestro: Wilhelm Furtwangler. Elenco: Ludwig Suthaus, Kirsten Flagstad, Blanche Thebom, Josef Greindl, Dietrich Fischer-Dieskau, Rudolf Schock, Edgar Evans, Rhoderick Davies.
ZAIRA (Bellini) Horário: 12:20 Catania, 23-27/9/1990. Maestro: Paolo Olmi. Elenco: Katia Ricciarelli, Simone Alaimo, Ramón Vargas, Alexandra Papadjakou, Silvana Silbano, Roberto De Candia, Luigi Roni, Giovanni Palmieri.
AROLDO (Verdi) Horário: 14:50 Nova Iorque, 08/01/79. Maestro: Eve Queler. Elenco: Monserrat Caballé, Gianfranco Cecchele, Louis Lebherz, Juan Pons, Vincenzo Manno, Paul Roger, Marianna Busching.
SAMSON ET DALILA (Saint-Saëns) Horário: 16:50 Paris, Julho/1991. Maestro:  Myung-Whun Chung. Elenco: Placido Domingo, Waltraud Meier, Alain Fondary, Jean-Philippe Courtis, Samuel Ramey.
EUGENE ONEGIN Horário: 19:50 Swansea, junho-julho/1992. Maestro: Sir Charles Mackerras. Elenco: Thomas Hampson, Kiri Te Kanawa, Neil Rosenshein, John Connell, Richard Van Allan, Nicolai Gedda, Linda Finnie, Elizabeth Bainbridge, Patricia Bardon.
Dec 7, 2012

Liebestod de Tristão e Isolda

Birgit Nilsson canta “Liebestod!”, de “Tristão e Isolda” (Wagner).

Liebestod!

O ew’ge Nacht,

süsse Nacht!

Hehr erhabne

Liebesnacht!

Wen du umfangen,

wem du gelacht,

wie wär’ ohne Bangen

aus dir er je erwacht?

Nun banne das Bangen,

holder Tod,

sehnend verlangter

Liebestod!

In deinen Armen,

dir geweiht,

urheilig Erwarmen,

von Erwachens Not befreit!

Wie sie fassen,

wie sie lassen,

diese Wonne,

Fern der Sonne,

fern der Tage

Trennungsklage!

Ohne Wähnen

sanftes Sehnen;

ohne Bangen

süss Verlangen;

ohne Wehen

hehr Vergehen;

ohne Schmachten

hold Umnachten;

ohne Meiden,

ohne Scheiden,

traut allein,

ewig heim,

in ungemessnen Räumen

übersel’ges Träumen.

Tradução livre:

Morrer de Amor! (Canção da morte de Isolda)

“Ó noite eterna,

doce noite!

Gloriosamente sublime

noite de amor!

Aqueles que você abraçou

diante de seu sorriso,

como poderão despertar

sem medo?

Agora, afastado o medo,

doce é a morte.

Ansiava, ansiava apenas

morrer de amor!

Em seus braços

A você me declaro,

célere força elemental sagrada,

liberta-me do perigo de despertar!

Como abraçá-lo?

Como deixá-lo?

Bem-aventurada

a distância do Sol,

a distância do dia

da dolorosa despedida!

Livre da ilusão,

doce é meu anseio,

Livre do temor,

doce é minha saudade.

Livre do sublime

último suspiro.

Livre de sumir

na doce escuridão.

Sem fugirmos,

Sem partirmos,

Fiquemos apenas a sós,

Na morada eterna

No reino do infinito
Do êxtase e dos sonhos.”

Dec 7, 2012

Verdi, “Va pensiero”

“Va’, pensiero” da ópera Nabucco (Verdi).


Va’, pensiero, sull’ale dorate;

va’, ti posa sui clivi, sui colli,

ove olezzano tepide e molli

l’aure dolci del suolo natal!

Del Giordano le rive saluta,

di Sïonne le torri atterrate…

Oh mia patria sì bella e perduta!

Oh membranza sì cara e fatal!

Arpa d’ôr dei fatidici vati,

perché muta dal salice pendi?

Le memorie nel petto raccendi,

ci favella del tempo che fu!

O simìle di Sòlima ai fati

traggi un suono di crudo lamento,

o t’ispiri il Signore un concento

che ne infonda al patire virtù!

“Vá, pensamento!” (Tradução livre)

Vá, pensamento, sobre as asas douradas

Vá, e pousa sobre as encostas e as colinas

Onde os ares são tépidos e macios

Com a doce fragrância do solo natal!

Saúda às margens do Jordão

E as ruínas da torres de Sião.

Oh, minha Pátria, tão bela e perdida!

Oh lembrança tão cara e fatal!

Harpa dourada de desígnios fatídicos,

Por que chora a ausência da terra querida?

Reacende a memória no nosso peito,

Fale-nos do tempo que passou!

Lembraivos do destino de Jerusalém,

Neste triste lamento,

Que o Senhor nos inspire louvores

Que nos permitam suportar o sofrimento.