Oct 4, 2016

Vamos votar na próxima Assembléia Geral

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O Corinthians realizará no próximo dia 22 de outubro, das 09 até as 17h, uma importante Assembléia Geral Extraordinária, para votar propostas de alteração estatutária. A votação será no mini ginásio do Parque São Jorge.

É da maior importância que compareçam, em grande número, os associados do clube.

As alterações são de naturezas diversas, embora a que tenha maior repercussão seja aquela que substitui o sistema atual de Chapão por pequenas chapas de 25 membros.

Mas muitos outros pontos serão votados: alteração da data de eleições, questões de elegibilidade e outras de grande relevância.

Seria de grande importância um grande comparecimento, considerando que as mudanças alteram em vários pontos os estatutos do clube.

Veja abaixo o que será alterado.

Vamos lá! Todos à Assembleia Geral extraordinária do dia 22 de outubro.

PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES ESTATUTÁRIAS APROVADAS PELO CONSELHO DELIBERATIVO

O Presidente do Conselho Deliberativo do SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA, Conselheiro Guilherme Gonçalves Strenger, comunica a todos os Associados que, em Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo, realizada no dia 27 de agosto de 2016, foram aprovadas as propostas de alterações estatutárias abaixo, as quais, por disposição legal, também serão submetidas à aprovação da Assembleia Geral dos Associados:

PROPOSTA APROVADAS

a) alteração da redação do artigo 23 do Estatuto Social:

i) redação atual:
“Art. 23 – A requerimento do associado, a Diretoria poderá licenciá-lo, ‘ad referendum do CD’, com isenção do pagamento da mensalidade.
Parágrafo Único: O associado licenciado, enquanto perdurar a licença, não poderá usufruir dos direitos e prerrogativas constantes deste Estatuto.”

ii) nova redação :
“Art. 23 – … (redação mantida)
Parágrafo 1°: O associado licenciado, enquanto perdurar a
licença, não poderá usufruir dos direitos e prerrogativas constantes deste Estatuto.
Parágrafo 2°: O associado licenciado com isenção de pagamento das contribuições estatutárias, só poderá usufruir os direitos e prerrogativas de votar e ser votado, decorridos O5 (cinco) anos do seu
efetivo retorno, comprovado o pagamento ininterrupto das contribuições estatutárias de todo esse período, a teor dos artigos 44 e (…) deste Estatuto.”

b) acréscimo, ao artigo 44, dos seguintes parágrafos do
Estatuto Social:
“Parágrafo 4°: O Associado não poderá ser candidato (i) caso tenha sido condenado, em decisão transitada em julgado, desde a condenação até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena, pelos crimes: contra a economia popular, a fé
pública, a administração pública e o patrimônio público; contra o patrimônio privado, o sistema financeiro, o mercado de capitais e os previstos na lei que regula a falência, contra o meio ambiente e a saúde pública; eleitorais, para os quais a lei comine pena privativa de liberdade; de abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício
de função pública, de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; de tráfico de entorpecentes e drogas afins, racismo, tortura, terrorismo e hediondos; de redução à condição análoga à de escravo; contra a vida e a dignidade sexual; praticados por organização criminosa, quadrilha ou bando; (ii) caso tenha sido condenado, em decisão transitada em julgado, por corrupção eleitoral, por captação ilícita de sufrágio, por doação, captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma, pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da eleição; (iii) caso tenha
sido excluído do exercício da profissão, por decisão sancionatória do órgão profissional competente, em decorrência de infração ético-profissional, pelo prazo de 8 (oito) anos, salvo se o ato houver sido anulado ou suspenso pelo Poder Judiciário; (iv) caso tenha sido demitido do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial, pelo prazo de 8 (oito) anos, contado da decisão, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário.

Parágrafo 5°. A inelegibilidade prevista no parágrafo anterior não se aplica aos crimes culposos e àqueles definidos em lei como de menor potencial ofensivo, nem aos crimes de ação penal privada.”

c) alteração da redação do artigo 45, inciso I do Estatuto
Social:

i) redação atual:
“Art. 45 – A Assembléia Geral reunir-se-á:
I – Ordinariamente: trienalmente, na primeira quinzena de fevereiro, para eleger os membros trienais do CD e a Diretoria, na forma constante deste Estatuto.”

ii) nova redação :
“Art. 45 – … (redação mantida)
I – Ordinariamente: trienalmente, no mês de novembro, para eleger os membros trienais do CD e a Diretoria, na forma constante deste Estatuto.”
iii) inserção do seguinte dispositivo na sequência:
“Art– – Os candidatos eleitos à Diretoria e ao Conselho Deliberativo tomarão posse no primeiro dia útil do ano subsequente.
Parágrafo único: A partir do fim da eleição, os Diretores em final de mandato zelarão para que os Diretores recém-eleitos sejam inteirados da situação administrativa do clube, compondo um governo de transição.”

iv) inserção das seguintes disposições transitórias no Estatuto Social:
“Art. – O próximo pleito eleitoral conjunto, para eleger os membros trienais do CD e a Diretoria, com a finalidade de assegurar direitos adquiridos, será realizado na primeira quinzena de fevereiro de
2018, ocorrendo a posse de todos os eleitos imediatamente após a apuração.”
“Art. – A partir de 2O2O, os pleitos eleitorais ocorrerão no mês de novembro, com posse no primeiro dia útil do ano subsequente, nos termos dos artigos 45 e 46.”

d) acréscimo, ao artigo 49, do seguinte parágrafo do Estatuto Social:
“Parágrafo 4° – Fica garantida a participação de atletas nos colegiados de direção do CORINTHIANS, desde que satisfeitas as condições estatutárias.”

e) alteração da redação do caput do artigo 88 do Estatuto Social:

i) redação atual:
“Art. 88 – O Conselho de Orientação, CORI, será Composto de 10 (dez) membros, 10 (dez) Suplentes, eleitos pelo CD dentre seus próprios integrantes, dos últimos dois presidentes da diretoria, e daqueles que hoje ostentam a condição de membros natos.”

nova redação :
“Art. 88 – O Conselho de Orientação, CORI, será composto por 10 (dez) membros, 1o (dez) suplentes, eleitos pelo CD dentre seus próprios integrantes, além de, como membros natos, os ex-Presidentes da
Diretoria e do Conselho Deliberativo.”

f) alteração da redação do Parágrafo 2° do atual artigo 101 do Estatuto Social:

i) redação atual:
“S 2°.: Não será permitida a reeleição consecutiva para o mesmo cargo. O Presidente da Diretoria, após o término de seu mandato, fica inelegível para qualquer cargo nas duas eleições subsequentes.”

ii) nova redação :
“Parágrafo 2°.: Não será permitida a reeleição consecutiva para o mesmo cargo. O Presidente da Diretoria, após o término de seu mandato, fica inelegível para qualquer cargo na eleição subsequente.”

g) alteração do inciso I, alínea “k”, do caput do atual artigo 101, do Estatuto Social:

i) redação atual:
“K – Diretor de Relações Internacionais”

ii) alteração :
“K – Diretor de Relações Institucionais;”

h) acréscimo, ao atual artigo 104, de uma alínea e parágrafo único do Estatuto Social:

“e) – prática de ato de gestão irregular ou temerária.
Parágrafo único: O administrador que tenha praticado ato de gestão irregular ou temerária será imediatamente afastado, após decisão da
Assembleia Geral, e ficará inelegível pelo período de dez anos.”

i) inserção dos seguintes dispositivos, em substituição a atual regulamentação do sistema de eleição dos conselheiros trienais, com as consequentes renumerações dos artigos subsequentes:

“Art. – Para eleição dos membros trienais do CD serão constituídas chapas compostas por 25 (vinte e cinco) associados para concorrerem aos cargos em disputa, de 2OO (duzentos) Conselheiros efetivos,
consoante previsão do parágrafo (…), do artigo (…), e de 50 (cinquenta) Conselheiros suplentes, indicando-se, nas chapas, os números das matrículas dos seus componentes.”

“Art. – Serão eleitas para os cargos em disputa as 1O (dez) chapas mais votadas, obedecendo-se o seguinte critério:

A) As O8 (oito) chapas mais votadas preencherão os
cargos de Conselheiros Trienais efetivos, totalizando o número de 200 (duzentas) vagas.
B) As O2 (duas) chapas remanescentes, que no
escrutínio obtiverem a 9° (nona) e 1oº (décima) classificação respectivamentes, preencherão as vagas referentes aos 50 (cinquenta) Conselheiros Suplentes.

Parágrafo Único: Em caso de empate entre as chapas concorrentes, será proclamada vencedora a que contiver candidatos com maior tempo de matrícula social, considerando-se para essa finalidade, a soma aritmética do tempo de todos os seus integrantes. Persistindo o empate, será vencedora aquela que contiver o maior número de
candidatos com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos.”

j) inserção do seguinte dispositivo:
“Art. – Uma das Comissões Temporárias, a Comissão Eleitoral, deverá ser nomeada até 6 (seis) meses antes das eleições e ficará responsável pela elaboração de Regimento Eleitoral, bem como pela organização e pela condução de todo processo eleitoral, desde a inscrição dos candidatos e chapas, o julgamento das impugnações, até a
declaração dos eleitos, que ficará sujeita a homologação pelo Presidente do CD.

S 1°: A Comissão será composta de O5 (cinco) conselheiros nomeados pelo Presidente do Conselho Deliberativo, sendo impedidos de fazerem parte dela, além de candidatos, seus cônjuges e parentes até o 3° grau, tanto por consanguinidade como por afinidade.
S 2°: A Comissão Eleitoral designará seu Presidente através da escolha dos seus pares, deliberando sempre por maioria simples de votos, com apresença de mais da metade de seus membros.”

k) inserção do seguinte dispositivo:
“Art. – A votação será feita por sistema eletrônico, salvo impossibilidade técnica.”

1) inserção do seguinte dispositivo:
“Art. – A Diretoria só poderá antecipar ou comprometer o percentual de até 30% (trinta por cento) das receitas referentes ao 1° (primeiro) ano
do mandato subsequente.
Parágrafo único – Em face de uma situação extraordinária,
imprevista e devidamente justificada, o CD, após manifestação do CORI, poderá autorizar, a requerimento da Diretoria, a antecipação ou
comprometimento em percentual maior.”

Sep 29, 2016

Vitória na Arena

CORINTHIANS VENCE CRUZEIRO E LEVA VANTAGEM PARA MINAS GERAIS

Romero comemora gol e fim da zica na Arena Corinthians
Romero comemora gol e fim da zica na Arena Corinthians

Foto: Daniel Augusto Junior/Agência Corinthians

Na noite desta quarta-feira, o Timão entrou em campo para o primeiro dos dois confrontos decisivos pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. Contra o Cruzeiro de Mano Menezes, a equipe comandada por Fábio Carille conquistou a vitória por 2 a 1 e saiu com a vantagem para a partida decisiva em Minas.

Com ambas as equipes em má fase no Brasileirão o jogo trazia um desafio ainda maior para seus treinadores. Enquanto no Corinthians a pressão era total pela vitória e uma classificação para a semifinal, o Cruzeiro, na zona de rebaixamento, acabou optando por uma equipe reserva.

Para preservar a equipe, Mano optou por manter de fora quatro jogadores que figuram no time principal: Ábila, Arrascaeta, Bruno Rodrigo e Alisson. No time alvinegro, Cássio foi a única ausência após sentir dores no ombro, fruto de um choque na partida do fim de semana contra o Fluminense.

Assim, o Timão entrou em campo com um elogiadíssimo Walter no gol, além da seguinte composição de linha: Fagner, Yago, Fabián Balbuena e Guilherme Arana; Camacho; Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto, Rodriguinho (capitão) e Marlone; Ángel Romero.

Primeiro tempo

Com a capacidade da Arena limitada pela interdição parcial do Setor Norte, a torcida alvinegra fez o pior público da história do estádio, mas apoiou muito a equipe nos minutos iniciais de jogo. A cantoria, porém, não ajudou muito a equipe que teve atuação apaga no primeiro terço da partida.

As primeiras chegadas foram da equipe celeste que se apresentou também com um sistema defensivo muito bem estruturado, e dificultou a vida do Corinthians. A estratégia evitou as chegadas do Timão ao ataque, que só conseguiu o primeiro chute aos 15 minutos. No lance, Fagner tocou a bola para Giovanni Augusto na entrada da área, que cruzou para Marlone ajeitar para Rodriguinho. O meia bateu para fora e lamentou a oportunidade perdida.

Após o lance, o Corinthians aumentou o volume de jogo. Prendeu a bola e ganhou mais posse na partida. O Cruzeiro, porém, continuou perigoso pois explorava os contra ataques em velocidade. Walter, porém, mostrou que mereceu a confiança da Fiel e fez boas defesas no primeiro tempo. A etapa terminou sem gols.Segundo tempo

A segunda etapa mal começou e o Corinthians abriu o placar com gol, antes dos 2 minutos de jogo. Rodriguinho bateu de fora da área, e deu rebote. Romero estava no lance, mas a arbitragem marcou gol contra, no desvio do zagueiro Leo.

A redenção para Romero, no entanto, veio poucos minutos depois. Aos 8 minutos, Marlone cruzou para o atacante paraguaio que mandou para as redes e ampliou o placar para o Timão. Com a bandeira do Paraguai lançada pela Fiel, Angel comemorou muito e fingiu limpar o uniforme, para representar o fim da seca de gols que marcava o ataque corinthiano.

O Cruzeiro até tentou devolver, mas Walter, mostrando que está mesmo em grande fase, fez duas boas defesas e evitou a reação do time mineiro aos 14 minutos. Na sequência do lance, Mano optou pela primeira substituição: sacou Ariel Cabral para a entrada de Arrascaeta.

O Timão continuou melhor, pressionando e criando boas chances no ataque, por isso, o treinador cruzeirense continuou a mexer. Aos 26 minutos, foi a vez de entrar Ábila na vaga de Rafael Sóbis e aos 28, Alisson entrou no lugar do ex-corinthiano Willian, fazendo a última alteração.

Aos 30 minutos, Carille decidiu fazer a primeira alteração do lado alvinegro. O volante Willians foi chamado, mas foi recebido com muitas vaias pela torcida ainda no banco de reservas. O treinador ouviu a Fiel e decidiu atrasar a alteração.

No lance seguinte, porém, um contra ataque da equipe celeste se aproveitou do erro defensivo do Timão para diminuir a diferença. Robinho marcou e conseguiu um perigoso gol fora de casa, que coloca o Cruzeiro em vantagem em caso de vitória por 1 a 0 no jogo da volta.

Após o gol, a troca foi efetivada no Timão: Rodriguinho deixou o gramado para a entrada de Willians, dessa vez aceito sem maiores críticas pela Fiel. Lucca foi a segunda mexida, aos 38 minutos, entrando no lugar de Romero que deixou o campo aplaudido pela Fiel e pelo companheiro que o substituiu. A terceira e última mudança foi aos 42, com a entrada de Rildo no lugar de Marlone, porém, o placar não mais se alterou até o apito final.

Com o resultado, o Corinthians leva para Minas Gerais a vantagem no placar, e se classifica em caso de vitória simples ou empate. A partida de volta acontece apenas no dia 19 de outubro, no Mineirão, em Belo Horizonte.

Enquanto isso, o Timão terá quatro compromissos pelo Campeonato Brasileiro: Botafogo, Atlético-MG, Santa Cruz e América-MG, sendo o mandante apenas nos dois jogos contra as duas equipes mineiras.

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Sep 25, 2016
admin

Domingo Ruim

Romero criou boas oportunidades para o Corinthians neste domingo

TIMÃO LEVA GOL ILEGAL NOS ACRÉSCIMOS E PERDE JOGO COM PIOR PÚBLICO DA ARENA CORINTHIANS

Romero criou boas oportunidades para o Corinthians neste domingo

Foto: Reprodução / TV

Depois da partida cheia de polêmicas da última quarta-feira, o Corinthians voltou a receber o Fluminense na Arena em Itaquera. Dessa vez pelo Brasileirão, a equipe carioca foi melhor e venceu o jogo por 1 a 0. O gol, porém, saiu no último minuto do jogo e, ironicamente, após tantas reclamações da equipe carioca sobre a arbitragem, em uma jogada impedida.

Para o duelo, Carille quase conseguiu repetir a mesma equipe que iniciou o duelo da Copa do Brasil. Cinco muito antes da bola rolar, o goleiro Cássio foi cortado por conta de um desconforto no aquecimento. Walter iniciou o duelo como titular.

Com isso, no tradicional 4-1-4-1, o Corinthians começou o duelo com: Walter, Fagner, Yago, Balbuena e Guilherme Arana; Camacho; Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto, Rodriguinho e Marlone; Romero.

O destaque negativo ficou por conta do público registrado na Arena Corinthians. Em mais de dois anos de sua inauguração, a partida teve o pior público da história do estádio: 18.838 mil pagantes. O número foi menor, claro, por conta da interdição do Setor Norte.

45 minutos equilibrados

A partida começou agitada. Logo no primeiro minuto, Fagner cometeu falta em William Matheus e Scarpa cobrou mandando a bola para dentro da área. Jogada sem perigo para o Timão. Minutos depois, Fagner fez boa jogada, cruzou para Marlone dentro da área, mas a bola passou pelo meia e saiu pela linha de fundo.

Os dois times passaram os primeiros minutos se estudando em busca de melhores maneiras para se chegar ao ataque. Aos nove minutos, Rodriguinho tentou encontrar Romero dentro da área, mas foi impedido por Henrique.

Aos 15 minutos, jogada curiosa: o Fluminense teve a oportunidade de cobrar três escanteios em sequências. Depois de uma série de desvios, Walter consegue afastar a última cobrança com um

Aos 20, Douglas avançou pelo campo e achou Scarpa. O meia do Fluminense arriscou um chute forte de fora da área e Walter se jogou para fazer difícil defesa.

Dois minutos depois, Fagner levantou na área, o goleiro Júlio César deu um soco, mas a bola caiu nos pés de Arana. O jovem chutou, mas a finalização explodiu nos zagueiros cariocas.

O jogo ficou quente, e aos 24, Marcos Junior ficou cara a cara com Walter, que levou a melhor e mandou a bola para escanteio. No minuto seguinte, o Timão respondeu com Romero, pela esquerda. O atacante chutou forte, Júlio César espalmou e Giovanni Augusto, no rebote, parou no goleiro carioca.

Aos 31, mais uma chance alvinegra. Fagner levantou boa bola na área para Romero, que se esticou, mas não alcançou a bola. A zaga do Fluminense afastou o perigo.

Aos 37, lance polêmico na Arena Corinthians: Marquinhos Gabriel atrapalhou a subida de Marcos Junior, que ficou reclamando de um puxão na camisa. Daronco mandou seguir o jogo. Depois disso, o Timão também teve jogada contestada: Pierre segurou Balbuena com as duas mãos, impossibilitando o zagueiro de subir em uma bola dentro da área. Nada para o Corinthians também.

Antes do final do primeiro tempo, Daronco ainda distribuiu seus dois primeiros cartões amarelos: para Guilherme Arana, do Corinthians, e Henrique, do Fluminense.

Muitas chances; gol no fim

As duas equipes retornaram ao gramado sem alterações. Logo aos três minutos, situação curiosa: Scarpa tentou um chute, a bola desviou em Balbuena e sai. O árbitro não viu e marcou tira de meta. Inconformado, Scarpa foi falar com Balbuena sobre o lance e foi praticamente ignorado.

Aos cinco, Douglas deu bom passe para Marcos Junior, que invadiu a área e bateu cruzado. Walter fez ótima defesa e mandou a bola para escanteio. Na cobrança, a bola sobrou para Gum, que finalizou para fora.

Aos oito, Giovanni Augusto recebeu cartão amarelo por falta em Wellington. O meia estava pendurado e está suspenso da partida contra o Botafogo. Para compensar, um minuto depois, Giovanni arriscou belo chute de fora da área, mas Júlio César defendeu.

Depois de alguns minutos com jogadas mais estudadas, aos 17 a pressão corinthiana quase surtiu efeito. Rodriguinho recebeu de costas, ajeitou para Giovanni Augusto, que chutou de esquerda, mas a bola parou de novo em Júlio César.

No minuto seguinte, o Corinthians aproveitou uma falta cobrada sem sucesso pelo Fluminense, e viu Rodriguinho correr em direção ao gol. De fora da área, arriscou um chute rasteiro, que ficou nas mãos do goleiro carioca.

Aos 20, Gum derrubou Romero e levou cartão amarelo. Na sequência, percebendo uma equipe mais cansada, Levir Culpi fez duas substituições: saíram Douglas e Marcos Júnior (com incômodo na coxa direita) e entraram Marquinho e Richarlison.

Minutos depois, Marlone fez tabelinha com Marquinhos Gabriel, que tocou para Giovanni invadir a área. O meia, porém, não conseguiu finalizar com perigo. Aos 29, Pierre comete falta na entrada da área em cima de Marquinhos Gabriel e leva cartão amarelo. Na cobrança, o meia cobrou pelo alto, quase acertou o canto esquerdo do goleiro, mas viu a bola subir demais e ir embora.

Por volta dos 33 minutos, mais substituições: Lucca entrou no lugar de Marlone no Timão, enquanto Wellington deixou o campo para a entra de Magno Alves.

Um minuto depois, Romero protagonizou uma cena que poderia ter sido um belíssimo gol. Após cruzamento, a bola sobrou para o paraguaio que bateu, de bicicleta. A bola, porém, foi no meio do gol e facilitou a defesa de Júlio César.

Aos 36, Giovanni Augusto deixou o gramado para a entrada de Gustavo. Em sua primeira jogada em campo, o atacante fez falta mais dura e já levou cartão amarelo.

Aos 38, Guilherme Arana cruzou, Gum tentou cortar, mas a bola voltou contra a própria meta e bateu no travessão. No rebote, Romero chuta fraco e Júlio César defende. Aos 42, o Fluminense teve a sua melhor chance do jogo: Richarlison disparou e tocou para Scarpa, que chutou colocado, e, por pouco, não abriu o placar da Arena.

Ainda antes do árbitro apitar o fim de jogo, Yago teve uma boa chance dentro da área, mas cabeceou para fora. E, quando já se esperava mais, aos 49 minutos, após uma cobrança de falta, Gum cabeceou, a bola sobrou para Cícero que mandou para o fundo do gol. A jogada, porém, ironicamente, estava impedida, mas foi validada. Vitória do Fluminense.

O próximo desafio do Corinthians é contra o Cruzeiro, na quarta-feira, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Pelo Brasileirão, volta a campo no sábado, dia 1, contra o Botafogo, no Rio de Janeiro.

Sep 22, 2016

Boa Vitória

Por Meu Timão

CORINTHIANS MELHORA E CONQUISTA VAGA PARA AS QUARTAS DA COPA DO BRASIL

Rodriguinho fez o gol do Corinthians contra o Fluminense
Rodriguinho fez o gol do Corinthians contra o Fluminense

Foto: Daniel Augusto Junior/Agência Corinthians

O Corinthians entrou em campo na noite desta quarta-feira buscando reencontrar o caminho das vitórias e garantir a classificação na Copa do Brasil. Com vantagem por conta do gol marcado fora de casa, o Timão enfrentou o Fluminense na Arena em Itaquera. E deu certo!

Com um gol de Rodriguinho, na segunda etapa da partida, o Corinthians garantiu a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil. O adversário e data dos jogos serão definidos na sexta-feira, em sorteio na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

A partida foi a primeira com o novo treinador, Fábio Carille. O interino só realizou um treinamento com a equipe, nesta terça-feira, antes da partida decisiva. O Timão, no já conhecido 4-1-4-1, entrou em campo com: Cássio; Fagner, Yago, Balbuena e Arana; Camacho; Rodriguinho, Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto e Marlone; Ángel Romero.

O primeiro confronto entre as duas equipes, no Rio de Janeiro, terminou empatado em 1 a 1. Por isso, o Corinthians tinha a vantagem do gol fora de casa.

45 minutos disputados

Os primeiros 45 minutos do Corinthians surpreenderam. Os jogadores demonstraram em campo que superaram a derrota no clássico e a demissão de Cristóvão Borges. Apesar de não apresentarem um futebol brilhante, a equipe atuou com raça e mais organizada.

Mesmo com esse cenário, o início do jogo rendeu dois sustos ao Timão. Logo aos cinco minutos, Cícero cabeceou para dentro do gol de Cássio. A jogada, porém, estava claramente impedida e foi anulada pelo árbitro.

Na sequência, aos oito, em lance bem semelhante, Cícero cabeceou de novo para dentro do gol. Mais uma vez, o bandeirinha anulou a jogada por conta de um impedimento.

Depois das duas jogadas, o Timão conseguiu se encontrar melhor em campo e jogo passou a ser equilibrado com oportunidades para os dois lados. Aos 14, Giovanni Augusto cruzou da direita, Romero tentou cabecear e Gum impediu. Na sobra, uma confusão dentro da área até que a defesa do time carioca conseguiu afastar a bola.

Aos 19, Wellington arrancou e passou para Marcos Junior. O atacante chutou, de fora da área, mas a bola foi fraca e rasteira facilitando a defesa de Cássio. Um minuto depois, em resposta, Romero também arriscou de fora da área, a bola foi no meio do gol e Júlio César defendeu.

Apesar de muito disputado, o primeiro tempo foi fraco tecnicamente, com poucos lances ofensivos. Antes do final da primeira etapa, duas jogadas para ambos os times.

Aos 42, Cícero foi deslocado por Giovanni Augusto dentro da área em jogada legal. Os jogadores do Fluminense e o treinador Levir Culpi, porém, reclamaram muito com a arbitragem. No minuto seguinte, Marquinhos Gabriel cobrou falta e Balbuena cabeceou para baixo. A bola quicou e saiu a esquerda de Júlio César.

A primeira etapa terminou com o Timão melhor em campo: foram cinco finalizações contra duas da equipe carioca; e posse de bola do Corinthians de 61% contra 39%.

Rodriguinho neles!

O Fluminense voltou para o segundo tempo já com uma alteração: o atacante Wellington deixou o gramado para a entrada de Richarlison.

Aos seis minutos, primeira boa jogada do Timão. Após cobrança de escanteio, Balbuena chutou para o gol. A bola desviou na zaga carioca, mas o árbitro deu tiro de meta. Aos oito, Richarlison chegou pela lateral, cruzou uma bola perigosa, mas ela foi para fora.

Aos 15 minutos, mais um gol impedido do Fluminense. Scarpa cobrou falta, Henrique desviou de cabeça e Richarlison botou a bola para dentro. Os jogadores chegaram até a comemorar, mas o auxiliar Bruno Boschilia marcou impedimento anulando o gol.

Na sequência, o técnico Levir Culpi fez mais uma alteração na equipe. Saiu Pierre e entrou Marquinho. Minutos depois, aos 20, Fagner cruzou na área, Romero cabeceou e Júlio César fez defesa muito difícil à queima roupa.

Aos 24 minutos, finalmente um gol na Arena Corinthians. Marquinhos Gabriel avançou pela direita e passou para Giovanni Augusto. O meia cruzou, a bola chegou em Rodriguinho, que dominou e chutou firme. Júlio César ainda tocou na bola, mas ela entrou. Gol do Timão!

Depois do gol, apesar de fechar mais a defesa, o Corinthians criou grandes oportunidades e o jogo esquentou. Aos 28, Marlone recebe na área e acerta um chutão. A bola bate em Júlio César que impede que o Timão amplie o placar.

Aos 30, Carille fez a primeira substituição na equipe do Corinthians. O meia Giovanni Augusto saiu para a entrada de Willians. Apesar do resultado, a Fiel não aprovou a alteração do interino. Minutos depois, a última substituição da equipe carioca: sai Marcos Júnior e entra Magno Alves.

O Fluminense tentou uma reação, aos 33, após cobrança de escanteio. O zagueiro Gum cabeceou com muito perigo, mas a bola passou ao lado do gol de Cássio. Um minuto depois, foi a vez do Timão assustar de novo: Camacho tocou para Arana, que dominou, driblou e bateu com categoria. A bola passou muito perto do gol de Júlio César.

Antes do final do jogo, aos 40 minutos, o meia Marquinho foi expulso de campo. Após cometer falta em Fagner, o jogador recebeu cartão amarelo e xingou o árbitro, que deu o vermelho na sequência.

Na sequência, aos 45, o goleiro Cássio caiu no chão, após dividir uma bola com Balbuena, e sentiu o ombro esquerdo. O jogador recebeu atendimento médico no gramado e terminou a partida em campo.

Curiosamente, o Corinthians volta a campo justamente contra o Fluminense. Dessa vez pelo Campeonato Brasileiro, a equipe enfrenta o time carioca no domingo, às 16h, na Arena em Itaquera, pela 27ª rodada da competição nacional.

Sep 17, 2016

Sem vitória e sem técnico

COM EXPULSÃO, BRIGAS E PROTESTOS, TIMÃO PERDE CLÁSSICO CONTRA O PALMEIRAS

Derrota no clássico rendeu fim da invencibilidade na Arena
Derrota no clássico rendeu fim da invencibilidade na Arena

O Corinthians entrou em campo neste sábado, em clássico válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. Já fora do G4, o Timão precisava conquistar os 3 pontos e torcer contra os adversários para voltar à briga na ponta da tabela.

Para defender seu posto como único time ainda invicto como mandante na competição, o Timão contou com a presença massiva da Fiel, que lotou Itaquera com 40.173 torcedores em dia de torcida única. Mesmo assim, a medida não foi capaz de evitar os problemas entre Torcidas Organizadas e a PM, que durante o intervalo da partida se envolveram em uma confusão.

O jogo também foi marcado pela estreia do novo patrocínio na camisa, presença de sinalizadores, protestos da torcida e até conflitos com a PM. Em campo, o nervosismo do clássico também prevaleceu e o Corinthians teve ainda que lidar com a ausência de jogadores importantes.

Os laterais Fagner (suspenso) e Uendel (lesionado) foram cortados da partida. Assim, Cristóvão Borges escalou o time com Cássio; Léo Príncipe, Vilson, Balbuena e Guilherme Arana; Cristian; Marlone, Camacho, Rodriguinho e Lucca; Gustavo.

Primeiro tempo

Aos 4 minutos, na primeira tentativa do Palmeiras no ataque, o meia Moisés abriu o placar. O lance foi uma descida do ataque rival, que contou com os erros do sistema defensivo corinthiano. Vilson falhou na marcação e Cássio caiu em dois tempos e não conseguiu evitar o tento.

O Corinthians sentiu o gol e mostrou pouca organização tática após ter a desvantagem no placar. A equipe até ameaçou ir para cima, mas não teve nenhum poder de criação para levar perigo ao gol de Jailson. Forçando os passes, e sem opção para trabalhar a bola, o time alvinegro foi pouco produtivo e não exigiu nenhuma defesa do arqueiro rival.

Apesar dos 65% de posse de bola, o Timão terminou o primeiro tempo apagado, sem nenhuma finalização certa e tenho conquistado somente um cartão amarelo para o zagueiro Balbuena. As equipes foram para o vestiário com a vitória parcial do Palmeiras.

Segundo tempo

Durante o intervalo, uma briga no setor Norte da Arena Corinthians fez com que houvesse conflito entre a PM e a Torcida Organizada. No Setor Oeste, porém, o protesto dos torcedores foi contra a diretoria, que deu as costas ao gramado e se voltou contra a diretoria.

O Timão voltou com alteração para a segunda etapa da partida, com Romero no lugar de Lucca. A mudança surtiu pouco efeito e aos 15 minutos, a segunda substituição foi a entrada de Marquinhos Gabriel na vaga de Cristian.

Por volta dos 18 minutos, o lateral Léo Príncipe acabou levando um cartão amarelo de forma equivocada. O jogador dividiu a bola com Dudu, mas o juiz Héber Roberto Lopez optou pela punição. Aos 30 minutos, após toque de mão na bola o jogador levou o segundo amarelo e acabou expulso da partida.

Com um a menos, não demorou muito para que a equipe corinthiana sofrer o segundo revés e ver o placar ser ampliado com gol de Mina. O gol aumentou a indignação dos torcedores presentes, e um grupo chegou a forçar a entrada nos setores destinados aos diretores. Atrás no placar, com desvantagem numérica e emocionalmente desestabilizado, o Corinthians correu o risco de levar o terceiro gol.

Aos 49 minutos, porém, o juiz apitou fim de jogo, sacramentando o 2 a 0 para a equipe palmeirense. Com o resultado, o Timão também deu adeus à invencibilidade de mais de um ano em Itaquera, e viu aumentar sua distância para o primeiro escalão do Brasileirão. O próximo jogo, também decisivo, agora vale pela Copa do Brasil.

O Corinthians irá enfrentar o Fluminense, na quarta-feira, também na Arena. O mesmo confronto se repete no domingo seguinte, desta vez pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Atualização em 17/09 às 18h36: Após a partida, o técnico Cristóvão Borges e a diretoria corinthiana acertaram a rescisão do contrato do treinador, que deixa o comando do clube. Segundo o presidente Roberto de Andrade, Fábio Carille será o comandante do Corinthians até o fim da temporada.

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Sep 15, 2016

Empate em Curitiba

EM JOGO MORNO, CORINTHIANS EMPATA

Com o empate, o Corinthians soma apenas um ponto e fica fora do G4
Com o empate, o Corinthians soma apenas um ponto e fica fora do G4

Foto: Agência Corinthians

O Corinthians viajou para o Paraná, onde enfrentou o Coritiba pela 25ª rodada do Brasileirão. Pressionado pelo resultado positivo do Santos, que tirou o Timão do G4, a equipe comandada por Cristóvão precisava da vitória para a manutenção da posição.

Além da busca pelos 3 pontos, o Corinthians precisava manter a disciplina na partida visando o clássico de sábado, contra o Palmeiras. A equipe tinha 4 dos titulares pendurados com dois cartões amarelos. O time, porém, não conseguiu vencer e saiu apenas com o empate em 1 a 1 do Couto Pereira.

O jogo que também marcou a estreia do terceiro uniforme corinthiano, em cor azul, viu o Timão entrar em campo com Cássio; Fagner, Vilson, Balbuena e Uendel; Cristian; Marlone, Camacho, Rodriguinho e Lucca; Gustavo.

Primeiro tempo

A partida começou e logo 4 minutos de jogo o Corinthians teve seu primeiro revés: o lateral Uendel sentiu a coxa e pediu a substituição. Retirado de maca do gramado, o jogador deu lugar ao jovem Guilherme Arana.

O jogo seguiu morno até que aos 15 minutos, Rodriguinho passou a bola para Gustavo no lance que viria a ser o primeiro tento do jogo. O novo camisa 9 do Timão deu bom passe para Marlone, livre na pequena área, empurrar para dentro do gol.

Alguns minutos depois, foi a vez de Vilson também sentir dores. Enquanto Yago se aquecia para a vaga no setor defensivo, Gustavo é quem deu um susto: em dividida, o atacante corinthiano precisou ser retirado de maca.

O jogador voltou ao campo, mas o técnico Cristóvão preferiu aguardar antes de fazer a segunda substituição e os dois titulares permaneceram em campo. Aos 23 minutos, porém, foi a vez do Coritiba balançar as redes.

O lance foi anulado e era duplamente ilegal: além da posição de impedimento no ataque, Kazim fez o domínio com o braço. Alguns minutos depois, no entanto, o Coritiba teve nova chance quando o juiz marcou pênalti de Fagner.

O jogador corinthiano foi advertido com o cartão e também fica fora do clássico contra o Palmeiras, após ter sido punido com o terceiro amarelo no Campeonato Brasileiro. Leandro bateu e converteu, deixando o placar igual.

Antes do fim da etapa, Lucca ainda fez bonito quando driblou dois jogadores no campo ofensivo e chutou contra as redes do Coritiba, parando apenas nas mãos do goleiro Wilson. Apesar das tentativas, o primeiro tempo terminou empatado.

Segundo tempo

O Corinthians voltou sem alteração para a segunda parte da partida, mas a primeira finalização só aconteceu aos 8 minutos, após passe de Fagner para Gustavo cabecear contra o gol. A bola passou muito perto, mas o bandeirinha indicou posição irregular do atacante.

O jogo continuou com o Timão melhor no segundo tempo, mas sem grandes jogadas de perigo para nenhuma das equipes. Pouco efetiva, a equipe corinthiana deu alguns chutes de fora da área mas não conseguiu finalizar com qualidade.

Lucca apareceu em alguns lances individuais, e Gustavo, apesar da maior participação acabou ficando muitas vezes em posição de impedimento e a partida esfriou. Apenas aos 32 minutos, após a alteração de Capergiani na equipe do Coritiba é que o jogo retomou velocidade.

Aos 34 minutos, a melhor chance do adversário na etapa aconteceu com Dodô dentro da área de Cássio. No lance seguinte, porém, o Timão devolveu a pressão e João Paulo levou o segundo cartão amarelo e terminou expulso após colocar a mão na bola de maneira intencional.

Mesmo com um a mais, a equipe corinthiana não conseguiu superar o empate, e completa 1 mês e meio sem vencer fora de casa (a última vitória como mandante foi contra o Internacional, no dia 31 de julho).

Com o empate, o Corinthians soma apenas um ponto e fica fora do G4, com 41 pontos. O próximo jogo do Timão, neste sábado, acontece na Arena Corinthians. Em Itaquera, a equipe recebe o rival Palmeiras em mais uma partida decisiva da competição.

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Sep 11, 2016

Domingo de derrota

CORINTHIANS SAI NA FRENTE, MAS SOFRE VIRADA NO CLÁSSICO

Cristóvão lamenta virada santista na Vila Belmiro
Cristóvão lamenta virada santista na Vila Belmiro

Foto: Reprodução

 

Na tarde deste domingo, o Timão foi ao litoral paulista onde protagonizou o clássico contra o Santos, na Vila Belmiro. Com mandante e visitante em quinto e quarto lugar no Brasileirão, respectivamente, o jogo acabou com uma amarga derrota.

Com torcida única, o dérbi alvinegro não atraiu grande público na Baixada Santista. O preço mínimo de R$80 (inteira) para a partida afastou os torcedores que ocuparam apenas 8.610 lugares dos 16 mil disponíveis no estádio do Santos.

Mesmo sem casa cheia, o desafio corinthiano era superar tanto rival na Vila – feito que o Timão não consegue desde 2014 -, quanto o árbitro. Isso porque depois de uma reclamação pública do Santos sobre a arbitragem durante a semana, a CBF fez uma escolha polêmica ao escalar o árbitro Raphael Claus – vilão dos últimos clássicos corinthianos.

Para conseguir o resultado, Cristóvão apostou em uma equipe diferente da que venceu o Sport no meio da semana, que tinha Cássio no gol; Fagner, Vilson, Balbuena e Uendel no setor defensivo; Camacho; Marlone, Giovanni Augusto, Rodriguinho e Lucca no meio campo e Gustavo no ataque.

Primeiro tempo

O Santos começou um pouco melhor nos minutos iniciais, e mostrou mais volume de jogo no ataque. O Corinthians, preferiu deixar a posse de bola com a equipe santista e apostou mais na velocidade do contra-ataque com Gustavo na sua primeira partida como titular.

Aos poucos, o Corinthians ficou mais intenso e ganhou velocidade pelo lado direito com a dupla Fagner e Marlone. Depois do primeiro terço da etapa, o jogo ficou dominado pela equipe paulistana que criou cinco chances de muito perigo para o goleiro Vanderlei.

Uma delas, decisiva, deu a vantagem no placar ao Timão, ainda na etapa inicial. Por volta dos 35 minutos, em outra jogada de contra-ataque, Marlone recebeu a bola de Fagner e tabelou com Rodriguinho, que com muita classe devolveu de calcanhar. Marlone não perdoou e marcou bonito gol.

Segundo tempo

Se a primeira etapa foi de predomínio corinthiano, no segundo tempo do jogo o que se viu foi o Santos mais atento e levando maior pressão às redes de Cássio. A equipe corinthiana demorou a reagir e viu o adversário crescer na partida.

Ameaçado, o treinador corinthiano preferiu fazer a primeira alteração, sacando Gustavo e colocando Marquinhos Gabriel aos 20 minutos. A mudança, porém, não surtiu efeito: aos 23 minutos, outra chegada do Santos na área corinthiana terminou em pênalti.

Os jogadores corinthianos reclamaram muito da marcação de Raphael Claus após dividida entre Vilson e o zagueiro Luiz Felipe. Vitor Bueno bateu, converteu e deixou a partida empatada no clássico.

Com dores musculares, Giovanni Augusto acabou pedindo a substituição e Cristóvão chamou o volante Willians para seu lugar aos 29 minutos. O jogo parecia seguir para o empate, enquanto o treinador corinthiano preparava a última mexida, porém, instantes antes o Santos conseguiu a virada.

Com um cruzamento na área corinthiana, Renato ganhou de Fagner no alto e cabeceou com facilidade. Cássio, ligeiramente adiantado, chegou a esboçar a defesa mas passou longe da bola que entrou do lado esquerdo das redes corinthianas.

Já em desvantagem no placar, a última mexida corinthiana foi Romero, que entrou aos 40 minutos no lugar de Lucca. Apesar da derrota, o Timão se mantém na quarta-posição, não sendo ameaçado pelo Santos uma vez que a distância entre as equipes era de 4 pontos no início da rodada.

O próximo jogo do Corinthians acontece nesta quarta-feira contra o Coritiba às 21h45. O mando é do time paranaense. No final de semana, o Timão volta à Arena onde tem novo clássico, desta vez contra o Palmeiras.

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Sep 9, 2016

Importante vitória

TIMÃO CRESCE NO SEGUNDO TEMPO E GOLEIA SPORT NA ARENA CORINTHIANS

Por Meu Timão
Corinthians voltou com tudo no segundo tempo e goleou o Sport na Arena
Corinthians voltou com tudo no segundo tempo e goleou o Sport na Arena

Foto: Daniel Augusto Junior/Agência Corinthians

O Corinthians superou a desconfiança e voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. Com gols de Rodriguinho, Léo Príncipe e Vilson, a equipe alvinegra derrotou o Sport pelo placar de 3 a 0, nesta quinta-feira à noite, na Arena Corinthians, em partida válida pela 23ª rodada da competição nacional.

Depois de estrear com empate fora de casa na Copa do Brasil, o Timão, desfalcado pelo lateral-direito Fagner, foi a campo da seguinte maneira: Cássio; Léo Príncipe, Vilson, Yago e Uendel; Cristian; Giovanni Augusto, Camacho, Rodriguinho e Marlone; Lucca.

Já o Sport, que tinha a missão de pontuar para deixar a incômoda 14ª colocação na tabela, era formado por: Magrão; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Rodney Wallace; Rithely, Neto Moura, Diego Souza, Gabriel Xavier e Everton Felipe; Ruiz.

CORINTHIANS SONOLENTO E SPORT ‘EM CASA’

Sem Marquinhos Gabriel, coube a Giovanni Augusto ocupar o setor direito do ataque alvinegro, enquanto Marlone tinha a missão de levar perigo pela esquerda e acompanhar as descidas de Samuel Xavier. Já Rodriguinho, muitas vezes improvisado como segundo volante na temporada, desempenhava a função de armador para Lucca, atacante de movimentação e pouca presença de área.

Embora bem desenhada, a formação tática imposta por Cristóvão Borges demorou a surtir efeito. O Sport, então, tomou a iniciativa nos minutos iniciais e passou a pressionar a saída de bola do Corinthians – aos 13min, após vacilo dos meio-campistas alvinegros, o atacante Ruiz se mandou ao ataque e acabou parado com falta do zagueiro Vilson, posteriormente advertido com cartão amarelo.

Sem a cadência de antes na troca de passes, o Timão encontrou nos contra-ataques uma alternativa de chegar ao ataque. E conseguiu com Lucca – aos 20min, o atacante arrancou pela direita e tocou na entrada da área para Rodriguinho. O meia ajeitou para a perna direita e bateu colocado, mas errou o alvo. Ainda que longe da meta adversária, era a primeira finalização dos donos da casa no embate.

A 15 minutos do fim da etapa inicial, o Sport tomava contava conta das ações ofensivas e teve a principal chance para abrir o placar. O lateral Samuel Xavier avançou pela direita e cruzou na medida para Diego Souza, que cabeceou em cima de Cássio. Em dois tempos, o goleiro alvinegro encaixou a bola e evitou o pior.

Aos 38, em rápido contra-ataque puxado por Camacho, Giovanni Augusto dominou na ponta esquerda, cortou para o meio e arrematou fraco, direito para as mãos do arqueiro Magrão. A essa altura, a Fiel presente em Itaquera até apoiava, mas esperneava a cada decisão equivocada do time quarto colocado do Campeonato Brasileiro.

O Corinthians resolveu responder de forma incisiva apenas nos acréscimos. Em belo lançamento de trivela de Marlone, Giovanni Augusto, outra vez, prendeu, cortou o marcador e chutou colocado, mandando perto do canto esquerdo do Sport. O melhor lance do Timão nos primeiros 45 minutos marcou o término do período dominado pelo oponente da Ilha do Retiro.

SOLUÇÕES NO BANCO E VITÓRIA PRA CONTA!

O rendimento até então aquém do Corinthians fez o técnico Cristóvão Borges promover sua primeira alteração: sai Cristian para a estreia do centroavante Gustavo, camisa 9 recém-contratado do Criciúma. E o novo reforço não demorou a mostrar serviço – logo no primeiro minuto, em cruzamento de Marlone, desviou de cabeça bola quebrada pela defesa do Sport e atraiu a marcação, deixando Rodriguinho livre para estufar a rede. Alívio para a torcida e Cristóvão!

Sem a pressão pelo primeiro gol, o atual campeão nacional fez valer o fator casa e apertou o rival pernambucano no campo defensivo, conseguindo assim o segundo pouco tempo depois. Aos oito minutos, Rodriguinho colocou a bola entre as pernas de Neto Moura e iniciou a jogada para Marlone. O número 8, novamente, se mandou pela direita e cruzou rasteiro para Léo Príncipe, que desviou com categoria e ampliou para o Timão.

Nem mesmo as substituições do técnico Oswaldo de Oliveira solucionaram os problemas de um apático Sport durante o tempo complementar. Prova disso, aos 16, exatos 24.360 corinthianos comemoraram o terceiro nas arquibancadas de Itaquera: em escanteio cobrado por Lucca, Vilson se antecipou à defesa pernambucana e tocou de cabeça. Festa da Fiel!

Antes do árbitro dar fim ao triunfo preto e branco na capital paulista, Cristóvão sacou Camacho e Giovanni Augusto por Willians e Jean, respectivamente. A dupla, de características predominantemente defensivas, deram solidez ao sistema que passou em branco na noite de 8 de setembro. Um segundo digno de elogios para o Timão, que passou aos 40 pontos conquistados em 23 jogos!

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Sep 7, 2016

ESPECIAL DO MEU TIMÃO, COM LUIS PAULO ROSENBERG

Matéria do Site “Meu Timão”

Luis Paulo Rosenberg foi entrevistado pelo Meu Timão

Luis Paulo Rosenberg foi entrevistado pelo Meu Timão

Foto: Meu Timão

O ex-vice de marketing e ex-vice presidente do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg fez história no clube como um dos grandes responsáveis pela mudança de patamar da equipe no cenário mundial. Ativo no projeto da vinda de Ronaldo Fenômeno e um dos idealizadores da Arena Corinthians, Rosenberg atendeu com exclusividade a reportagem do Meu Timão e, além de revelar detalhes de seus ‘antigos’ projetos, comentou o atual momento político da equipe do Parque São Jorge.

Arena Corinthians, um projeto inacabado

Rosenberg foi um dos responsáveis pelo projeto do estádio do Corinthians em Itaquera. Depois de alguns anos inaugurado, o economista ainda vê erros nas contas e o mau aproveitamento da estrutura.

Sanchez x Gobbi x Andrade

Com início de seu trabalho na equipe de marketing do Corinthians, durante a gestão de Andrés Sanchez, Luis Paulo Rosenberg avaliou o salto de patamar da equipe com a construção do CT Joaquim Grava, a vinda de Ronaldo Fenômeno e as conquistas no futebol em 2012 (Libertadores e Mundial). O economista também falou sobre o mandato ‘discreto’ de Mário Gobbi e analisou a atual diretoria alvinegra, que tem como presidente Roberto de Andrade.

Debandada de jogadores

Assim como boa parte da torcida, Rosenberg não concorda com atual planejamento da diretoria do Timão nas constantes debandadas de jogadores e explicou em detalhes o modelo que adotaria para garantir a permanência de craques na equipe.

Contrato com a Omni e valorização do Fiel Torcedor

Responsável por fechar grandes contratos para o clube durante sua gestão, Rosenberg revelou detalhes da negociação com a Omni, empresa encarregada da venda de ingressos no programa do Fiel Torcedor.

Sem vontade de ser presidente

Luis Paulo Rosenberg também falou sobre a renovação na diretoria e falou sobre seu futuro no Corinthians.

Sep 2, 2016

O futuro de Dilma é o Nada, por Prof. Marcelino Buonocuore

Há muita discussão sobre o futuro da ex-presidente Dilma, agora que o Senado votou seu afastamento sem a perda dos direitos políticos. Discussão quase inútil.

A ex-presidente não vai a lugar nenhum.

Seu discurso de defesa frente ao Senado, que era para ser histórico, foi proferido há menos de uma semana e não tem sequer uma citação lembrada. Nem uma frase, nem uma ideia, nada sobrou.

Dilma, com sua arrogância e despreparo é vítima de si própria.

Destruiu o projeto do PT perdendo o poder para um time de segunda linha em fato sem precedente na história deste país.

As grandes linhas que governo afirmava na última década (a de distribuição de riqueza, com bolsa-família, combate a pobreza e o aumento real do salário mínimo) estão comprometidas por uma presidente sem qualquer capacidade de gestão. Seu único projeto era afirmar ser honesta.

Caiu por seu deméritos. Sem o choro de seus adversários e de muitos de seus partidários.

Se como presidente deixa um rio de medidas incompetentes, entre as quais a nomeação de Joaquim Levy, não há nada que se compare à postura de ingratidão que ela deixa a seus companheiros de poder.

Dilma se colocou como uma virgem na Rua Capote Valente.

Quando aparecia uma denúncia vazada de forma ilegal (da Lava-Jato ou não) sua reação era sempre a mesma: “Eu não recebi nada”; “Não foi em minha campanha”; “Na minha conta não entrou dinheiro sujo”; “Na minha campanha foi tudo legal”.

Sua meta era dizer: Eu sou honesta.

Seus companheiros, aqueles que sustentaram sua chegada ao Poder, não receberam a mínima solidariedade quando eram atacados por todos os lados.

Não há um tweet de apoio a José Dirceu, aos quatros tesoureiro do PT, ou a um ou outro dirigente do partido, que foram presos e esquecidos.

Companheiros que, sem seu esforço, transformaram sua saída de “assessora” da Assembléia de Porto Alegre em uma entrada ao Palácio do Planalto. Eles foram, rigorosamente, jogados às feras sem qualquer pudor.

O próprio presidente Lula, com sua família sendo acossada por todo tipo de arbitrariedade, jamais recebeu qualquer firme declaração de defesa. Não era isso que mereciam.

Se Dilma fosse algo mais que uma burocrata de segunda, levada ao Poder pelo PT, ela estaria na linha de frente de defesa do seu grupo político.

Seu mundo é ela. Seu discurso começa e termina em Dilma. Os que lutaram, arrumando votos e dinheiro (sim, dinheiro) para chegar ao poder que se virem.

O legado Dilma é o nada. Tenha ou não direito político, ela nada representa.

É uma página para ser esquecida, o quanto antes, especialmente pela esquerda (petista ou não).

Só a prepotência e incompetência unidas poderiam pintar um quadro deste.

Soma-se a isso uma profunda carga de ingratidão com seus “amigos”.